Em união com todos os Santos Anjos

"Sanctus, Sanctus, Sanctus. Dóminus, Deus Sábaoth Pleni sunt caeli et terra Glória tua. Hosánna in excélsis. Benedíctus, qui venit In nómine Dómini, Hosánna in excélsis.

Blog Santo Anjo da Guarda

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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Obra dos Santos Anjos



Mosteiro Belém - Guaratinguetá/SP

Em resposta aos sinais dos tempos, para integrar a ajuda dos santos Anjos nas batalhas espirituais que se manifestam no ateísmo e na secularização com a diminuição da fé até à “apostasia silenciosa”, à perda da consciência do pecado, na transgressão da lei de Deus em muitas esferas da vida, nasceu a Obra dos Santos Anjos, movimento eclesiástico de fiéis no seio da Igreja una, santa, católica e apostólica, ligada à Ordem dos Cônegos Regrantes da Santa Cruz e dirigida por ela.

A Obra dos Santos Anjos é concebida como uma comunidade de fiéis unidos aos santos Anjos sob o manto protetor de Maria, Rainha do Universo e Mãe de todos os homens. Esforça-se para uma cooperação estreita entre os Anjos já unidos com Deus e os homens redimidos, mas ainda em busca da plena comunhão com Deus. O seu objetivo é um conhecimento mais profundo de Deus e um amor maior a Ele. Aspira à glorificação de Deus de um modo mais pleno e à edificação e consolidação do reino de Deus na Terra. Membro da Obra dos Santos Anjos é todo o católico batizado e crismado que, após um devido tempo de preparação, faz a consagração ao santo Anjo da Guarda. Aqueles membros que querem se empenhar mais pelos fins espirituais do movimento fazem a consagração aos Santos Anjos.

Fonte: Cônegos Regulares da Santa Cruz

sábado, 28 de dezembro de 2013

O QUE SIGNIFICA A CONSAGRAÇÃO AOS SANTOS ANJOS?



A consagração aos Santos Anjos é uma aliança. Fundamenta-se naquela comunhão com os Santos Anjos que é realizada implicitamente no Batismo, e é confirmada por meio de uma consagração particular, de modo consciente e explícito. O homem confia-se, em amor fraterno, aos Santos Anjos quais irmãos inteiramente santos, já definitivamente unidos a Deus, e cosservos diante de Deus (cf. Ap 19,10; 22,9). Com isso abre-se voluntariamente à sua ação auxiliadora. Ao mesmo tempo, o homem compromete-se a ouvir e obedecer suas advertências (cf. Ex 23,21), que sempre têm como fim a glorificação de Deus e o cumprimento da Sua vontade. Ele aspira a uma íntima colaboração com eles, para a extensão e defesa do Reino de Deus na terra, e a uma vida o quanto possível perfeita como membro vivo da Santa Igreja.



Fonte: Opus Sanctorum Angelorum

domingo, 13 de outubro de 2013

o Papa Francisco presidiu à Missa, que se concluiu com um “acto de entrega confiante” a Nossa Senhora de Fátima.


 Papa presidiu à Missa na Praça de São Pedro. "Deus surpreende-nos; pede-nos fidelidade; é a nossa força". No final, "entrega confiante" a Nossa Senhora de Fátima.



Celebramos em ti as grandes obras de Deus, que nunca se cansa de inclinar-se com misericórdia sobre a humanidade afligida pelo mal e ferida pelo pecado, para a curar e salvar.

Acolhe com benevolência de Mãe o acto de entrega que hoje te fazemo confiadamente…

Temos a certeza de que cada um de nós é precioso aos teus olhos…

Acolhe nos teus braços a nossa vida, abençoa e reforça todos os desejos de bem;

aviva e alimenta a fé; apoia e ilumina a esperança; suscita e anima a caridade,

guia a todos nós no caminho da santidade.

Ensina-nos o teu próprio amor de predilecção pelos pequenos e pelos pobres, pelos marginalizados e pelos que sofrem, pelos pecadores e pelos extraviados do coração;

Congrega todos sob a tua protecção e

entrega todos ao teu dilecto Filho, o nosso Senhor Jesus.


Na homilia, o Santo Padre convidou a contemplar Maria à luz das Leituras da Missa deste domingo, propondo “três realidades: - Deus surpreende-nos, - Deus pede-nos fidelidade, - Deus é a nossa força”.

Antes de mais, a surpresa suscitada em Naamã pelo que lhe pedido para ser curado da lepra. Gestos simples, sem nada de extraordinária.

“Deus surpreende-nos; é precisamente na pobreza, na fraqueza, na humildade que Ele Se manifesta e nos dá o seu amor que nos salva, cura e dá força. Pede somente que sigamos a sua palavra e tenhamos confiança n’Ele. / Esta é a experiência da Virgem Maria.”

A segunda Leitura, em que São Paulo exorta Timóteo, a perserverar na fidelidade a Cristo, sugeriu ao Papa o segundo pensamento: Deus pede-nos fidelidade no segui-Lo.

Muitas vezes é fácil dizer «sim», mas depois não se consegue repetir este «sim» todos os días. / Maria disse o seu «sim» a Deus, um «sim» que transtornou a sua vida humilde de Nazaré, mas não foi o único; antes, foi apenas o primeiro de muitos «sins» pronunciados no seu coração tanto nos momentos felizes, como nos dolorosos… muitos «sins» que culminaram no «sim» ao pé da Cruz.

Último ponto sublinhado pelo Papa: Deus é a nossa força. Aludindo aos dez leprosos purificados por Jesus, no Evangelho, dos quais um só voltou a agradecer a cura, o Papa Francisco advertiu: “É preciso saber agradecer, louvar o Senhor pelo que faz por nós.”Também aqui, Maria é um modelo perfeito. Visitando a sua prima Isabel, as primeiras palavras que profere são de acção de graças a Deus:

«A minha alma enaltece o Senhor», o Magnificat, um cântico de louvor e agradecimento a Deus, não só pelo que fez n’Ela, mas também pela sua acção em toda a história da salvação. Tudo é dom d’Ele; Ele é a nossa força!

Evocando a dificuldade que tantas vezes se teme em dizer simplesmente “obrigado”, Papa Francisco, referindo em particular a vida em familia, propôs “três palabras-chave para a convivencia:

“com licença, desculpa, obrigado: se numa familia se dizem estas três palavras, a familia caminha em frente. Com licença, desculpa lá, obrigado. Quantas vezes dizemos obrigado, em familia?”

A concluir o Papa convidou a invocar a “intercessão de Maria, para que nos ajude a deixarmo-nos surpreender por Deus sem resistências, a sermos-Lhe fiéis todos os diaa, a louvá-Lo e agradecer-Lhe porque Ele é a nossa força.”

A concluir a celebração, antes de recitar a tradicional oração de Angelus, o Papa recordou a beatificação, neste domingo, em Tarragona, Espanha, de uns 500 mártires mortos pela sua fé durante a Guerra Civil espanhola dos anos 30 do século passado.

Louvemos o Senhor por estes seus corajosos testemunhas e por sua intercessão supliquemos-Lhe que liberte o mundo de toda a violência.


Bem-aventurada Virgem Maria de Fátima, com renovada gratidão pela tua presença materna, unimos a nossa voz à de todas as gerações que te proclamam bem-aventurada.