Em união com todos os Santos Anjos

"Sanctus, Sanctus, Sanctus. Dóminus, Deus Sábaoth Pleni sunt caeli et terra Glória tua. Hosánna in excélsis. Benedíctus, qui venit In nómine Dómini, Hosánna in excélsis.

domingo, 29 de setembro de 2013

As Aparições de São Miguel Arcanjo




São João Evangelista, quando chegou à região de Colossos, fui muito bem recebido em sua pregação e vários abraçaram a fé. Nas suas exortações. São João falou sobre os anjos e anunciou-lhes que o Príncipe das Milícias Angélicas, o grande São Miguel, os tomaria debaixo de sua proteção e que, às portas da cidade. brotaria uma fonte, onde os doentes, com o sinal da cruz e a invocação do Arcanjo São Miguel, encontrariam a cura de todos os males do corpo e da alma. A fonte apareceu e espalhou-se esse acontecimento por toda a região.
São Miguel apareceu a um rico cidadão da região da Frigia, que tinha uma única filha, que era muda, e disse-lhe em sonho: “Conduze a tua filha à fonte dos cristãos e crê na onipotência do seu Deus, que tua fé será recompensada”. Cheio de esperança, pai e filha foram à fonte e lá perguntaram aos cristãos o que deveriam fazer. Eles disseram: “É em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e pela intercessão de São Miguel que nós usamos desta água”. Assim fizeram e, no mesmo instante a menina começou a falar, despertando em ambos um crescer da fé. Pediram o Batismo e em gratidão o homem mandou construir junto à fonte uma igreja.
Os sacerdotes dos ídolos, obstinados nos seus erros, resolveram destruir o santuário. Junto deste, passavam dois rios que eram contidos por diques. Numa noite ouviu-se um forte barulho das águas. Os pagãos tinham destruído os diques e brevemente o santuário ficaria submerso. O eremita, guardião do santuário, ao ver o que se passava, gritou: “Senhor, a Vossa Onipotência clamamos”. Enquanto ele rezava, ouviu-se uma voz vinda do céu. Era São Miguel que descia para desarmar o furor de satanás. Disse ele ao guardião do santuário: “Não temais, o inferno não pode nada contra nós”.
Assim, as águas foram controladas, a terra tremeu e engoliu o grande turbilhão das águas.
As liturgias da Igreja Oriental comemoraram este acontecimento com missões e ofícios próprios no dia 6 de setembro.