Em união com todos os Santos Anjos

"Sanctus, Sanctus, Sanctus. Dóminus, Deus Sábaoth Pleni sunt caeli et terra Glória tua. Hosánna in excélsis. Benedíctus, qui venit In nómine Dómini, Hosánna in excélsis.

domingo, 31 de março de 2013

Regina Coeli, laetare, alleluia.



Oração:


V.: Regina caeli, laetare! Alleluia!
R.: Quia quem meruisti portare! Alleluia!
V.: Resurrexit, sicut dixit! Alleluia!
R.: Ora pro nobis Deum! Alleluia!
Em algumas formas, acrescenta-se:
V.: Gaude et laetare, Virgo Maria! Alleluia!
R.: Quia surrexit Dominus vere! Alleluia!
Conclui-se com a seguinte oração:
V.: Oremus:
Deus, qui per resurrectionem Filii tui, Domini nostri Iesu Christi,
mundum laetificare dignatus es:
praesta, quaesumus; ut per eius Genetricem Virginem Mariam,
perpetuae capiamus gaudia vitae.
Per eundem Christum Dominum nostrum.
R.: Amen!

Em português:

V.: Rainha do céu, alegrai-vos! Aleluia!
R.: Porque quem merecestes trazer em vosso seio. Aleluia!
V. :Ressuscitou como disse! Aleluia!
R.: Rogai a Deus por nós! Aleluia!
V.: Exultai e alegrai-Vos, ó Virgem Maria! Aleluia!
R.: Porque o Senhor ressuscitou verdadeiramente! Aleluia.
Conclui-se com a seguinte oração:
V.: Oremos:
Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo com a
Ressurreição do Vosso Filho Jesus Cristo, Senhor Nosso,
concedei-nos, Vos suplicamos, que por sua Mãe, a Virgem Maria,
alcancemos as alegrias da vida eterna.
Por Cristo, Senhor Nosso.
R.: Amém!
Observação: É a oração do Angelus para o tempo Pascal.

sábado, 30 de março de 2013

Páscoa


Na manhã de Páscoa Pedro e João correm ao sepulcro. Em seu coração palpita o anseio de toda a humanidade, o desejo de Deus. Chegamos ao centro do Ano da Fé proclamado pelo Papa Emérito Bento XVI. Renovar a nossa fé na Ressurreição de Jesus é colocar nosso coração no lugar certo, numa vida que nos vem do alto.
Os discípulos Pedro e João correm ao sepulcro na manhã da Ressurreição
 (Les Disciples Pierre et Jean courant au sépulcre le matin de la Résurrection – 1898)
O quadro do pintor suíço Eugène Burnand expressa todo este elã e desejo de ressurreição que habita em nosso coração. Corramos, então! E aspiremos as coisas do alto.
Uma Feliz e Santa Páscoa!!!!

Sábado Santo!



1 Depois do sábado, quando amanhecia o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o túmulo. 2 E eis que houve um violento tremor de terra: um anjo do Senhor desceu do céu, rolou a pedra e sentou-se sobre ela. 3 Resplandecia como relâmpago e suas vestes eram brancas como a neve. 4 Vendo isto, os guardas pensaram que morreriam de pavor. 5 Mas o anjo disse às mulheres: Não temais! Sei que procurais Jesus, que foi crucificado. 6 Não está aqui: ressuscitou como disse. Vinde e vede o lugar em que ele repousou. 7 Ide depressa e dizei aos discípulos que ele ressuscitou dos mortos. Ele vos precede na Galiléia. Lá o haveis de rever, eu vo-lo disse. (Mt 28, 1-7)
                                                                      


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sexta-feira, 29 de março de 2013

Jesus no Monte das Oliveiras

Oração ao Anjo no Horto


Eu te saúdo, Santo Anjo,
que consolastes JESUS
no Monte das Oliveiras.

Tu consolastes meu Senhor,
JESUS CRISTO, em Sua agonia.

Contigo louvo a SANTÍSSIMA TRINDADE.
que te escolheu dentre todos os Anjos,
para consolar e fortalecer a quem é
Consolo e Fortaleza de todos os aflitos
e que diante dos pecados do mundo e,
de modo especial, diante dos meus pecados,
 
repleto de dor, caiu no solo.

Pela honra que recebeste e pela disponibilidade,
humildade e amor com que ajudaste
a santa humanidade de meu Salvador JESUS,
eu te peço um arrependimento perfeito de meus pecados.

Consola-me na tristeza que atualmente me aflige
e, em todas as outras penas, que vão sobrevir,
especialmente na hora da minha agonia. Amém.

- do Papa Bento XV

terça-feira, 26 de março de 2013

Semana Santa




"Disse Jesus: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no evangelho". 
                                                                                                              Marcos 1,15

terça-feira, 19 de março de 2013

Solenidade de São José Esposo da Bem-Aventurada Virgem Maria Praça de São Pedro, 9h30min.



Homília do Papa Francisco:

"Queridos irmãos e irmãs!
 

Agradeço ao Senhor por poder celebrar esta Santa Missa de início do ministério petrino na solenidade de São José, esposo da Virgem Maria e patrono da Igreja universal: é uma coincidência densa de significado e é também o onomástico do meu venerado Predecessor: acompanhamo-lo com a oração, cheia de estima e gratidão.
 

Saúdo, com afeto, os Irmãos Cardeais e Bispos, os sacerdotes, os diáconos, os religiosos e as religiosas e todos os fiéis leigos. Agradeço, pela sua presença, aos Representantes das outras Igrejas e Comunidades eclesiais, bem como aos representantes da comunidade judaica e de outras comunidades religiosas. Dirijo a minha cordial saudação aos Chefes de Estado e de Governo, às Delegações oficiais de tantos países do mundo e ao Corpo Diplomático.
 

Ouvimos ler, no Evangelho, que "José fez como lhe ordenou o anjo do Senhor e recebeu sua esposa" (Mt 1, 24). Nestas palavras, encerra-se já a missão que Deus confia a José: ser  guardião. Guardião de quem? De Maria e de Jesus, mas é uma guarda que depois se alarga à Igreja, como sublinhou o Beato João Paulo II: "São José, assim como cuidou com amor de Maria e se dedicou com empenho jubiloso à educação de Jesus Cristo, assim também guarda e protege o seu Corpo místico, a Igreja, da qual a Virgem Santíssima é figura e modelo" (Exort. ap. Redemptoris Custos, 1).
 

Como realiza José esta guarda? Com discrição, com humildade, no silêncio, mas com uma presença constante e uma fidelidade total, mesmo quando não consegue entender. Desde o casamento com Maria até ao episódio de Jesus, aos doze anos, no templo de Jerusalém, acompanha com solicitude e amor cada momento. Permanece ao lado de Maria, sua esposa, tanto nos momentos serenos como nos momentos difíceis da vida, na ida a Belém para o recenseamento e nas horas ansiosas e felizes do parto; no momento dramático da fuga para o Egito e na busca preocupada do filho no templo; e depois na vida quotidiana da casa de Nazaré, na carpintaria onde ensinou o ofício a Jesus.

Como vive José a sua vocação de guardião de Maria, de Jesus, da Igreja? Numa constante atenção a Deus, aberto aos seus sinais, disponível mais ao projeco d'Ele que ao seu. E isto mesmo é o que Deus pede a David, como ouvimos na primeira Leitura: Deus não deseja uma casa construída pelo homem, mas quer a fidelidade à sua Palavra, ao seu desígnio; e é o próprio Deus que constrói a casa, mas de pedras vivas marcadas pelo seu Espírito. E José é "guardião", porque sabe ouvir a Deus, deixa-se guiar pela sua vontade e, por isso mesmo, se mostra ainda mais sensível com as pessoas que lhe estão confiadas, sabe ler com realismo os acontecimentos, está atento àquilo que o rodeia, e toma as decisões mais sensatas. Nele, queridos amigos, vemos como se responde à vocação de Deus: com disponibilidade e prontidão; mas vemos também qual é o centro da vocação cristã: Cristo. Guardemos Cristo na nossa vida, para guardar os outros, para guardar a criação!
 

Entretanto, a vocação de guardião não diz respeito apenas a nós, cristãos, mas tem uma dimensão antecedente, que é simplesmente humana e diz respeito a todos: é a de guardar a criação inteira, a beleza da criação, como se diz no livro de Génesis e nos mostrou São Francisco de Assis: é ter respeito por toda a criatura de Deus e pelo ambiente onde vivemos. É guardar as pessoas, cuidar carinhosamente de todas elas e cada uma, especialmente das crianças, dos idosos, daqueles que são mais frágeis e que muitas vezes estão na periferia do nosso coração. É cuidar uns dos outros na família: os esposos guardam-se reciprocamente, depois, como pais, cuidam dos filhos, e, com o passar do tempo, os próprios filhos tornam-se guardiões dos pais. É viver com sinceridade as amizades, que são um mútuo guardar-se na intimidade, no respeito e no bem. Fundamentalmente tudo está confiado à guarda do homem, e é uma responsabilidade que nos diz respeito a todos. Sede guardiões dos dons de Deus!
 

E quando o homem falha nesta responsabilidade, quando não cuidamos da criação e dos irmãos, então encontra lugar a destruição e o coração fica ressequido. Infelizmente, em cada época da história, existem "Herodes" que tramam desígnios de morte, destroem e deturpam o rosto do homem e da mulher.
 

Queria pedir, por favor, a quantos ocupam cargos de responsabilidade em âmbito económico, político ou social, a todos os homens e mulheres de boa vontade: sejamos "guardiães" da criação, do desígnio de Deus inscrito na natureza, guardiões do outro, do ambiente; não deixemos que sinais de destruição e morte acompanhem o caminho deste nosso mundo! Mas, para "guardar", devemos também cuidar de nós mesmos. Lembremo-nos de que o ódio, a inveja, o orgulho sujam a vida; então guardar quer dizer vigiar sobre os nossos sentimentos, o nosso coração, porque é dele que saem as boas intenções e as más: aquelas que edificam e as que destroem. Não devemos ter medo de bondade, ou mesmo de ternura.
 

A propósito, deixai-me acrescentar mais uma observação: cuidar, guardar requer bondade, requer ser praticado com ternura. Nos Evangelhos, São José aparece como um homem forte, corajoso, trabalhador, mas, no seu íntimo, sobressai uma grande ternura, que não é a virtude dos fracos, antes pelo contrário denota fortaleza de ânimo e capacidade de solicitude, de compaixão, de verdadeira abertura ao outro, de amor. Não devemos ter medo da bondade, da ternura!
 

Hoje, juntamente com a festa de São José, celebramos o início do ministério do novo Bispo de Roma, Sucessor de Pedro, que inclui também um poder. É certo que Jesus Cristo deu um poder a Pedro, mas de que poder se trata? À tríplice pergunta de Jesus a Pedro sobre o amor, segue-se o tríplice convite: apascenta os meus cordeiros, apascenta as minhas ovelhas. Não esqueçamos jamais que o verdadeiro poder é o serviço, e que o próprio Papa, para exercer o poder, deve entrar sempre mais naquele serviço que tem o seu vértice luminoso na Cruz; deve olhar para o serviço humilde, concreto, rico de fé, de São José e, como ele, abrir os braços para guardar todo o Povo de Deus e acolher, com afecto e ternura, a humanidade inteira, especialmente os mais pobres, os mais fracos, os mais pequeninos, aqueles que Mateus descreve no Juízo final sobre a caridade: quem tem fome, sede, é estrangeiro, está nu, doente, na prisão (cf. Mt 25, 31-46). Apenas aqueles que servem com amor capaz de proteger.
 

Na segunda Leitura, São Paulo fala de Abraão, que acreditou «com uma esperança, para além do que se podia esperar» (Rm 4, 18). Com uma esperança, para além do que se podia esperar! Também hoje, perante tantos pedaços de céu cinzento, há necessidade de ver a luz da esperança e de darmos nós mesmos esperança. Guardar a criação, cada homem e cada mulher, com um olhar de ternura e amor, é abrir o horizonte da esperança, é abrir um rasgo de luz no meio de tantas nuvens, é levar o calor da esperança! E, para o crente, para nós cristãos, como Abraão, como São José, a esperança que levamos tem o horizonte de Deus que nos foi aberto em Cristo, está fundada sobre a rocha que é Deus.
 


Guardar Jesus com Maria, guardar a criação inteira, guardar toda a pessoa, especialmente a mais pobre, guardarmo-nos a nós mesmos: eis um serviço que o Bispo de Roma está chamado a cumprir, mas para o qual todos nós estamos chamados, fazendo resplandecer a estrela da esperança: Guardemos com amor aquilo que Deus nos deu!
 



Peço a intercessão da Virgem Maria, de São José, de São Pedro e São Paulo, de São Francisco, para que o Espírito Santo acompanhe o meu ministério, e, a todos vós, digo: rezai por mim! Amém."



http://www.vatican.va

São José, intercedei por nós!

"José é um rebento fecundo perto da fonte, cujas canas ultrapassam o muro". (Gn 49,22)


A fecundidade de ão José, escolhido por Deus como Pai legal de seu Filho divino, brota de sua pureza virginal. Toda a sua vida transcorreu ao lado dAquele que é a "Fonte da Sabedoria"(Br 3,12), e veio ao mundo para dar a água viva que jorra "para a vida eterna"(Jo 4,14).
O príncipe deste mundo, assim como não teve conhecimento da Virgindade de Maria e de seu parto virginal, também não teve conhecimento da perfeita castidade de José, nascido "à sombra de Shaddai"(Sl 90,1).
Guiado pelos Anjos em cada um de seus passos, ele desempenha sua missão de humilde servidor do Rei e da Rainha dos Espíritos Celestes, em um profundo silêncio.
Pede, hoje, a São José a graça de escutar sempre as inspirações angélicas, tal como ele, obedecendo tacitamente.

domingo, 17 de março de 2013

Padre Pio e o Santo Anjo



"Um homem contou para Padre Pio: Eu não posso vir vê-lo freqüentemente. Meu salário não me permite tais viagens longas e caras. Padre Pio respondeu: Quem lhe disse que você precisa vir aqui? Você tem seu Anjo da guarda, não o tem? Você conte o que você quer, o envia aqui, e você terá a resposta!"

Qual a sua intenção nesta noite? Confia! Pede ao teu anjo da guarda que leve todos 
os teus pedidos a Jesus, com a intercessão de nosso 
querido São Pe. Pio e de Nossa Senhora!!!


São José, valei-nos!!!


Quanta beleza na figura de São José, o justo, o honrado. Jesus é aquele que cumpre as profecias, pois setecentos anos antes de Seu nascimento diziam que viria o Salvador da linhagem de Davi. No entanto, Maria não tinha a linhagem de Davi, mas José sim. Então, para que se cumprisse a promessa da Sagrada Escritura e ficasse claro para o mundo inteiro que Jesus era o Filho de Deus, precisava haver a linhagem de Davi, e José foi o homem quem permitiu tudo isso.
A Bíblia, na versão da CNBB, apresenta um comentário sobre a passagem bíblica de hoje: “Através de José, Jesus é juridicamente descendente de Abraão e da casa de Davi (da qual deveria nascer o Messias).” Logo, podemos afirmar que a profecia se cumpriu em Jesus. Imaginem: setecentos anos antes de Cristo nascer, o profeta Isaías escrevera que o Salvador nasceria de uma virgem!
Hoje vemos a figura de São José, com a ajuda do qual Deus se fez homem. Houve um tempo em que a Igreja percebeu algumas heresias, mas para cada uma delas vinha um santo que as derrubava. Uma das heresias dizia que Jesus não tinha parte humana, que Ele era só divino, e outra dizia que não possuía parte divina, pois era só humano. A Igreja promoveu um concílio e decretou que Nosso Senhor Jesus Cristo possui as duas partes: humana e divina.
José, quando estava se preparando para se casar com Maria, descobriu que ela estava grávida. Naquele tempo a mulher era apedrejada [se isso ocorresse], e esse grande santo ficou confuso, mas por ser justo e honrado, não queria difamá-la, então, decidiu deixá-la em silêncio. Por ser tão sensível à voz de Deus conseguiu entendeu que o sonho tido com o anjo vinha de Deus. E, com a ajuda desse sonho, o anjo o chama pelo nome e lhe diz que não deve temer, pois o Menino que nasceria vinha do Espírito Santo. Muitos homens podem pensar que ser sensível a Deus é coisa de mulher, mas você também pode ser sensível ao Senhor, como São José.
São José é um exemplo de homem trabalhador e sensível às coisas do Alto. Se hoje o trabalho toma conta do seu tempo, espelhe-se no exemplo desse santo.
Podemos ver que o Senhor falava sempre com ele pelos sonhos. José se mostra como um guardião da família, quando sentiu medo de ir para Israel. E o exemplo de família que a Sagrada Escritura nos mostra hoje é a figura da mãe, do pai e do filho.
Hoje, a mensagem de Deus para nós é de que guardemos e protejamos nossos entes queridos do “Herodes deste mundo”, que quer destruir nossas famílias e matar nossos filhos com drogas, bebidas, prazeres desregrados que o mundo oferece.

sábado, 16 de março de 2013

São José um modelo para todos



Há razões para que os homens de qualquer condição e de qualquer país se recomendem e confiem à fé e à guarda do Bem-aventurado José. Os pais de família encontram em José a mais bela personificação da vigilância e da solicitude paterna; os esposos, perfeito exemplo de amor, de entendimento e de fidelidade conjugal; os que são virgens têm nele, ao mesmo tempo que um modelo, um protetor. Que os privilegiados pelo nascimento aprendam com José a guardar, mesmo no infortúnio, a sua dignidade; que os ricos compreendam, pelas suas lições, quais são os verdadeiros bens que é preciso desejar e adquirir a todo o custo.
Quanto aos operários, aos pobres, às pessoas de condição desmorecida  têm o direito especial de recorrerem a José e a decidirem imitá-lo. José, com efeito, sendo de descendência real, unido pelo casamento à maior e mais santa das mulheres, olhado com pai do Filho de Deus, passa todavia toda a vida a trabalhar e procura no seu labor de artesão tudo o que é necessário ao sustento da sua família.
É, pois, verdadeiro que a condição dos humildes não tem nada de abjecto e, não só o trabalho do operário não é desonroso como pode, se a virtude se lhe juntar, ser grandemente enobrecido. José, contente com o pouco que possuía  suportou essas dificuldades... com grandeza de alma, à imitação de seu Filho que, após ter aceitado a situação de escravo, Ele, que era o Senhor de todas as coisas (Fl 2,7), se submeteu voluntariamente à indigência e à falta de tudo.

João Paulo II
Redemptoris Custos, 25-26

quinta-feira, 14 de março de 2013

A Fuga da Sagrada Familia para o Egito e a morte dos Santos Inocentes


Assim nos conta o Evangelista São Mateus:
Depois da partida dos magos do oriente, um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse: Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito; fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o menino para o matar. José levantou-se durante a noite, tomou o menino e sua mãe e partiu para o Egito. Ali permaneceu até a morte de Herodes para que se cumprisse o que o Senhor dissera pelo profeta: Eu chamei do Egito meu filho (Os 11,1). Vendo, então, Herodes que tinha sido enganado pelos magos, ficou muito irado e mandou massacrar em Belém e nos seus arredores todos os meninos de dois anos para baixo, conforme o tempo exato que havia indagado dos magos. Cumpriu-se, então, o que foi dito pelo profeta Jeremias: Em Ramá se ouviu uma voz, choro e grandes lamentos: é Raquel a chorar seus filhos; não quer consolação, porque já não existem (Jer 31,15)! Com a morte de Herodes, o anjo do Senhor apareceu em sonhos a José, no Egito, e disse: Levanta-te, toma o menino e sua mãe e retorna à terra de Israel, porque morreram os que atentavam contra a vida do menino. José levantou-se, tomou o menino e sua mãe e foi para a terra de Israel. Ao ouvir, porém, que Arquelau reinava na Judéia, em lugar de seu pai Herodes, não ousou ir para lá. Avisado divinamente em sonhos, retirou-se para a província da Galiléia e veio habitar na cidade de Nazaré para que se cumprisse o que foi dito pelos profetas: Será chamado Nazareno. (Mt 2,13-23)
Esse fato aconteceu ainda quando Jesus era um bebê. E é repleto de significado para nós cristãos. Uma situação de risco para a vida da Sagrada Família, que mostra o que seria a vida deles dali em diante. Pegando a palavra um pouco desse acontecimento (Mt 2,1) vemos que após o nascimento do menino Jesus, apareceram naquela região, alguns homens vindo do oriente para adorar o menino (isso nós vimos no estudo anterior). Enquanto procuravam o menino, esses homens foram ao castelo de Herodes que por eles ficou sabendo que o Messias viria. Naquele momento, o coração de Herodes encheu-se de ódio. Ele não queria deixar de ser Rei. Ele queria o poder. De fato o poder corrompe. Dali em diante, o desejo de Herodes era de matar o menino a todo preço.
Após os magos do oriente adorarem o menino, eles foram orientados para retornar por outro caminho. Ao perceber que havia sido enganado, Herodes fez uma coisa muito má. Ordenou que se matasse todos os primogênitos de dois anos pra baixo. Herodes comandou um dos maiores infanticídios da história. A sua fome de poder era tanta que não pensou em mais nada. Mandou matar muitas crianças. Porém Herodes não tinha a percepção de que a sua guerra era com o Filho de Deus. Avisado em sonho, José tomou sua familia e foi ao Egito. Dali em diante a palavra não narra mais nada a respeito da vida de Jesus.
Porém nos fica um aprendizado importante: Aquele que faz a vontade de Deus precisa ter consciência de que está em uma guerra. Nessa guerra existe um inimigo que joga sujo e pesado, chegando a atos desumanos e cruéis como esse infanticídio que vimos na palavra.

A fuga para o Egito e o massacre dos inocentes manifestam a oposição das trevas à luz: “Ele veio para o que era seu e os seus não o receberam” (Jo 1,11). Toda a vida de Cristo estará sob o signo da perseguição. Os seus compartilham com Ele esta perseguição. Sua volta do Egito lembra o Êxodo e apresenta Jesus como o libertador definitivo. (CIC§530)
Fonte: Dominus Vobiscum

quarta-feira, 13 de março de 2013

Papa Francisco

HABEMUS PAPAM




FRANCISCUS
13 de março de 2013

Annuntio vobis gaudium magnum; habemus Papam:
Eminentissimum ac Reverendissimum Dominum,
Dominum Georgium Marium
Sanctae Romanae Ecclesiae Cardinalem Bergoglio
qui sibi nomen imposuit Franciscum.

Bendito o que vem em nome do SENHOR!



São José, guardai a Igreja.




No decorrer da História Eclesiástica, a Igreja foi reconhecendo a santidade e a fidelidade de São José, até que o Santo Padre Pio IX em 1870, no Concílio Ecumênico Vaticano I, o proclamou Patrono da Igreja Universal. O Papa Pio II proclamou São José “Patrono dos operários e do mundo do trabalho”. 

São José, esposo castíssimo de Nossa Senhora. Modelo de esposo e de pai. 
São José, advogados dos lares cristãos, declarado pelo Papa Leão XIII. 
  
O dia 19 de março, a Santa Madre Igreja celebra solenemente a santidade do seu Patrono. São muitos os testemunhos sobre esse santo homem justo e piedoso, pai nutrício de Jesus. Com experiência Santa Teresa d´Ávila, através dos seus escritos, demonstra uma forte devoção particular a ele, ao registrar que, todas as vezes em que recorreu á sua intercessão, ela nunca ficou sem resposta. 
A grande mística e doutora da Igreja Santa Teresa dizia: “Quem não achar mestre que lhe ensine a orar, tome São José por mestre e não errará o caminho”. 
José é o pai de Jesus (Mt 1,24), agiu como o guardião de Jesus, e providenciou sustento para Jesus e para Maria, sua esposa. É por causa dessa paternidade legal de José, filho de Davi, que a profecia do Antigo Testamento, que dizia que o Messias viria da linhagem de Davi (2 Sm 7,9-16), foi cumprida. 
 E a fé de José, também, é outro aspecto digno de nota, pois ela estava além de uma habilidade natural sua. Torna-se pai adotivo de um filho concebido no ventre de uma Virgem, não era para qualquer homem. Teria que ser um homem muito especial. José  foi este homem; com humildade, sobmeteu, totalmente, sua razão e sua vontade á Deus. Ele aceitou as orientações do anjo enviado pelo Senhor e tomou  Maria como sua esposa ( Mt 1,20-24), e, por isso, seu exemplo “é para todos nós um forte convite a desempenhar com fidelidade, simplicidade e humildade, atarefa que a Providência nos destinou” ( Ângelus, 19/03/06, Papa Bento XVI). 
Na Sagrada Escritura estão as principais referências a São José, e outras mais foram sendo acrescentadas ao longo dos anos. A Tradição nos conta que José morreu nos braços de Nosso Senhor e de Nossa Senhora, e, por isso, se tornou o patrono da boa morte. Como São José é fidelíssimo e como na sua ladainha ele é chamada de “Alívio dos miseráveis”, na hora da nossa morte podemos confiar na graça de Cristo e nele, pois ele não deixará as nossas almas sejam tomadas pelo medo e aflição. 
A sua figura é a sua missão o Papa João Paulo II dedicou à exortação apostólica Redemptoris custos (O protetor do Redentor), publicado a 15 de agosto de 1989. Relembra o documento como os cristãos, desde os primeiros séculos, dedicaram a este santo uma particular devoção, pois “assim como cuidou com amor de Maria  e se dedicou com empenho à educação de Jesus Cristo assim também guarda e protege o seu Corpo Místico, a Igreja” (nº1). 
Toda a vida do glorioso São José passou-se no silêncio, na humildade, no trabalho e na proteção da Sagrada Família. 
 O Glorioso São José é o santo da profunda espiritualidade do silêncio. 
Não consta na Bíblia o registro de suas palavras. 
São José é o agente secreto do bom Deus. Tudo foi realizado corretamente na graça e na sabedoria do silêncio. 
Não resta dúvida, São José é um grande mestre da excelência da vida. Ensina-nos retidão e a perfeição do bom viver. 
“Se amais São José, imitai-lhe as virtudes”, diz Santo Ambrósio de Milão. 
O grande homem de Deus, fundador da Congregação dos Redentoristas, bispo e doutor da Igreja, Santo Afonso de Ligório disse de forma magistral: “A verdadeira sabedoria é a sabedoria dos Santos: Saber amar a Jesus Cristo”. 
  
ORAÇÃO 
  
Ò Deus que nos destes São José, como exemplo de fé viva, concedei-nos imitar seus exemplos nesta vida, para vos contemplarmos na eternidade. Por Cristo Nosso Senhor, Amém! 

domingo, 10 de março de 2013

São José, rogai por nós.

“Eis que o Anjo do Senhor manifestou-se a ele em sonho, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, pois o que nela foi gerado vem do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e tu o chamarás com o nome de Jesus, pois ele salvará o 
seu povo dos seus pecados”
 (Mt 1, 20.21). 




Genealogia de Jesus Cristo, filho de David, filho de Abraão: Abraão gerou Isaac; Isaac gerou Jacob; Jacob gerou Judá e seus irmãos; Judá gerou, de Tamar, Peres e Zera; Peres gerou Hesron; Hesron gerou Rame; Rame gerou Aminadab; Aminadab gerou Nachon; Nachon gerou Salmon; Salmon gerou, de Raab, Booz; Booz gerou, de Rute, Obed; Obed gerou Jessé; Jessé gerou o rei David. David, da mulher de Urias, gerou Salomão; Salomão gerou Roboão; Roboão gerou Abias; Abias gerou Asa; Asa gerou Josafat; Josafat gerou Jorão; Jorão gerou Uzias; Uzias gerou Jotam; Jotam gerou Acaz; Acaz gerou Ezequias; Ezequias gerou Manassés; Manassés gerou Amon; Amon gerou Josias; Josias gerou Jeconias e seus irmãos, na época da deportação para Babilonia. Depois da deportação para Babilônia, Jeconias gerou Salatiel; Salatiel gerou Zorobabel; Zorobabel gerou Abiud. Abiud gerou Eliaquim; Eliaquim gerou Azur; Azur gerou Sadoc; Sadoc gerou Aquim; Aquim gerou Eliud; Eliud gerou Eleázar; Eleázar gerou Matan; Matan gerou Jacob. Jacob gerou José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que se chama Cristo. Assim, o número total das gerações é, desde Abraão até David, catorze; de David até ao exílio da Babilônia, catorze; e, desde o exílio da Babilônia até Cristo, catorze. 

Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava desposada com José; antes de coabitarem, notou-se que tinha concebido pelo poder do Espírito Santo. José, seu esposo, que era um homem justo e não queria difamá-la, resolveu deixá-la secretamente. Andando ele a pensar nisto, eis que o anjo do Senhor lhe apareceu em sonhos e lhe disse: 

"José, filho de David, não temas receber Maria, tua esposa, pois o que ela concebeu é obra do 
Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, ao qual darás o nome de Jesus, porque Ele salvará o 
povo dos seus pecados."

 Tudo isto aconteceu para se cumprir o que o Senhor tinha dito pelo profeta: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho; e hão-de chamá lo Emanuel, que quer dizer: Deus connosco.

                                                   Evangelho segundo S. Mateus 1,1-17. – cf. Lc 3,32-38 


"José, o esposo de Maria, era justo e não queria denunciá-la; decidiu então deixá-la secretamente" (Mt 1,19). Porque era justo, não a queria desonrar. Não teria sido justo se se tivesse feito seu cúmplice depois de a ter considerado culpada nem se, reconhecendo a sua inocência, a tivesse condenado. Por isso, tomou a decisão de a deixar secretamente. Mas porquê deixá-la? Pela mesma razão (dizem os Padres da Igreja) que incitava Pedro a empurrar Jesus dizendo-lhe: "Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador!" (Lc 5,8) Tal como o centurião lhe fechava a porta dizendo: "Senhor, eu não sou digno de que entres na minha casa!" (Mt 8,8)
José, que se via pecador, achava que era indigno de conservar mais tempo em sua casa uma mulher cuja excelência e superioridade lhe inspiravam temor. Via-a trazer em si a marca induvidável da presença divina; incapaz de compreender o mistério, queria deixá-la. S. Pedro temia a omnipotência divina, o centurião ficou aterrorizado pela presença da majestade de Cristo. José, como homem que era, foi tomado de temor perante um milagre tão inesperado e um mistério tão impenetrável; era por isso que, em segredo, pensava deixar Maria.
Não vos espanteis de ver José julgar-se indigno de viver ao lado da Virgem grávida: Santa Isabel também não pôde suportar a sua presença sem ficar tomada de temor e de respeito. "Como pode ser que a Mãe do meu Senhor venha até mim?" (Lc 1,43)
Porquê deixá-la em segredo? Para que não procurassem a causa da sua separação e não viessem exigir explicações. Que teria podido responder este justo a pessoas sempre prontas a contestar? Se tivesse revelado os seus pensamentos, se se afirmasse convencido da pureza da sua noiva, essas pessoas cépticas teriam escarnecido dele e lapidado Maria. José teve pois razão, ele que não queria nem mentir nem difamar. Mas o anjo disse-lhe: "Não temas! O que ela concebeu é obra do Espírito!"



quinta-feira, 7 de março de 2013

O Anjo que confortou o Senhor


O SERVIÇO DOS ANJOS

Jesus não veio para ser servido, mas para servir, embora os Anjos O servissem depois das tentações (cf Mt 4,11, Mc 1, 12).
No deserto, Ele não fez milagres para si mesmo, e, ao mesmo tempo, rejeitou energicamente Satanás, quando este tentou sugerir-Lhe o poder de fazer milagres, apelando até à providencial proteção angélica (cf Mt 4,6). E também no Monte das Oliveiras agiu de maneira semelhante. Tentado novamente pelo diabo, não pediu que o Pai Lhe enviasse mais de doze legiões de Anjos. Antes, reservou este ministério angélico para a Sua Igreja. Não obstante, a Bíblia não nos impede de imaginar, que em Sua vida, o Senhor teve uma relação estreita com os Anjos.
Os Anjos de Deus, que Jacó no Antigo Testamento viu subindo e descendo pela escada (Gn 28,12), agora de fato estão "subindo e descendo sobre o Filho do Homem" (Jo 1,51). A escada do céu, que, segundo os Padres da Igreja, prefigurava o mistério da encarnação, contém também o mistério da Paixão de Jesus, porque somente Ele podia abrir novamente o céu.

A ORAÇÃO DE JESUS

Quando o Senhor começou a Sua Paixão no Monte das Oliveiras, rezou fervorosamente.
O Pai celeste respondeu a oração de Jesus enviando-Lhe um Anjo. Jesus aludiu à possível ajuda dos Anjos, frente uma inútil ajuda humana: "Ou pensas tu que eu não poderia apelar para o Meu Pai, para que Ele pusesse à Minha disposição, agora mesmo, mais de doze legiões de Anjos?" (Mt 26,53). Mas o Senhor preferiu renunciar a uma intervenção com caráter de milagre, que teria desviado a Sua missão. Pelo contrário, Jesus quis oferecer à humanidade o testemunho do amor supremo.
O espírito do mal, que tentara o Cristo no deserto, aproximou-se tenebroso, entre os troncos das oliveiras. O tentador no Getsêmani fora até mais insinuante do que no deserto. O Senhor, porém, exprime toda a Sua dor num grito agudo, infinito: "Meu Pai, Meu Pai, se quiserdes afastar de Mim este cálice... porém, seja feita não a Minha, mas a Tua vontade". E o grito e o pranto elevam-se até ferir o Coração do Pai. E o Filho é escutado pela Sua piedade: "Apresentou pedidos e súplicas, com veemente clamor e lágrimas, Àquele que O podia salvar da morte; e foi atendido por causa da Sua submissão" (Hb 5,7). "Apareceu-lhe um Anjo do céu, que O confortava" (Lc 22,43). Era a resposta do Pai.
O Anjo veio confortar Jesus. Não foram os homens, pois os Apóstolos, mesmo sendo convidados por Jesus para vigiar, adormeceram. Por isso só restava o Anjo. E entre as asas do Anjo, Jesus vislumbrava o mundo novo, a humanidade renovada pelo padecimento dessa noite, o Reino dos Céus vitorioso sobre o reino de Satanás.
Para o Anjo foi também uma experiência nova, ver o Senhor tão fraco, tão esmagado no chão, no meio de tantas trevas, abandonado por todos os Seus mais íntimos amigos. E ele, como Anjo, criatura desta Pessoa tão mergulhada no sofrimento , certamente não esqueceu aquilo que viu. Pode-se imaginar muito bem que foi uma experiência que marcou profundamente toda a sua existência angelical, e certamente a todos os Anjos que assistiram à Paixão do Senhor.
O envio do Anjo nos mostra também em que luta o Senhor estava envolvido. Porque depois do sofrimento no Horto, quando chegaram os soldados para prendê-l'O, Ele disse: "Esta é a vossa hora e o poder das trevas" (Lc 22,53). O aparecimento do Anjo mostra-nos que agora é a decisão da luta entre os Anjos bons e os anjos maus, os demônios, esta luta que começou na provação dos Anjos, e na qual os anjos caídos perderam seu lugar nos céus. Jesus avisou antes da Sua Paixão: "agora é o julgamento desde mundo, será lançado fora o príncipe deste mundo" (Jo 12,31). Quer dizer que Ele lançará fora o diabo.

CONSOLEMOS A JESUS

O episódio do Anjo do Getsêmani ofereceu freqüentemente, no passado, um ponto de partida para piedosas meditações para Horas Santas, de maneira que os devotos se tornaram 'anjos de conforto' para Jesus na Eucaristia, em reparação pelo abandono, pelas ofensas e pelos sacrilégios cometidos por muitos, como podemos ler no seguinte exemplo: "Jesus está só no Getsêmani; só é também Jesus no Sacramento do amor. Foi o Céu porém, que resolveu confortar o Divino Coração em Sua solidão, dor e tristeza. Quando no entanto, no Getsêmani, a violência da agonia foi tal, que a humanidade do Redentor esteve prestes a sucumbir, então um Anjo desceu para conforta-l'O... Jesus levanta os olhos e vê o Mensageiro de Seu Pai... já não está sozinho". No Getsêmani, um Anjo quebra a solidão do Mártir Divino, e, no Tabernáculo, quem desce para confortar Jesus? "Formações numerosas daqueles bem-aventurados espíritos", escreve São João Crisóstomo, "estão com as asas abertas diante do Tabernáculo, em adoração perpétua, e Jesus pede a Seus amigos ... Permanecei aqui e vigiai coMigo."
A piedade popular gosta de associar os Anjos à Paixão do Senhor: ora os vê recolhendo cada gota do Sangue derramado ao longo da Via Sacra, ora lhes atribui sentimentos de humana compaixão. Peçamos, pois, a estes Anjos, que nos preservem da indiferença diante do sofrimento do Senhor. A Paixão de Jesus não é algo para ser recordado de vez em quando, mas algo que marca profundamente a nossa vida, nosso ser e agir. Quantas vezes na história da Igreja ocorreu que, de um lado, os discípulos de Jesus estavam dormindo, enquanto os Seus inimigos realizavam zelosamente os planos mais perversos?

Os Anjos não compreenderam o mistério que se estava realizando com o seu Rei, mas agora convocam os fiéis para a veneração da Paixão: "Os exércitos dos Anjos rodeiam e veneram a gloriosa cruz, com santo temor, e eles convocam a todos os fiéis para a veneração. Todos vocês, que agora se tornaram brilhantes, pela prática do jejum, prostrai-vos com alegria e temor diante Dele e clamai: 'Seja bendita, ó Cruz preciosa, proteção do mundo'" (Liturgia ortodoxa do 3º Domingo da Quaresma).

quarta-feira, 6 de março de 2013

A ajuda angelical no Tempo da Quaresma


VIVER O MISTÉRIO PASCAL


A Igreja está em peregrinação. Durante o tempo da Quaresma percebemos mais vivamente esta peregrinação, que é o tempo de passagem da Igreja através do deserto. É um tempo de luta contra certas tentações, com a finalidade de tornar-nos mais fortes. No sentido espiritual podemos interpretar o "deserto" como o lugar de silêncio, onde experimentamos uma transformação como:

1) um desapegar-se de si mesmo para chegar ao autodomínio,
2) um esforçar-se para chegar à liberdade, serenidade e à vitória sobre os vícios,
3) um abrir-se para Deus, a Quem procuramos escutar na oração.

O povo de Israel foi transformado durante a sua caminhada no deserto. Durante os 400 anos que o povo viveu na escravidão, embora com comida em abundância, não recebeu nem uma mínima parte das comunicações que Deus lhes concedeu durante os 40 anos no deserto. A religiosidade do povo se formou precisamente ali, na austeridade, não obstante, na companhia dos Anjos, e também foi neste lugar que os Israelitas comeram o Pão dos Anjos. Também nós podemos contar com a ajuda angelical durante o tempo da Quaresma. Isto podemos verificar na Bíblia, por exemplo, quando o profeta Elias, perseguido e desanimado, querendo morrer no deserto, experimentou a ajuda do Anjo do Senhor. O socorro oferecido (cf 1 Rs 19,1-8) lhe permitiu retomar força e coragem para continuar o longo caminho até o monte de Deus.
O mesmo deve ter acontecido com Jesus. Os Santos Anjos estavam ali com Ele no deserto, quando estava esgotado pelo jejum de "quarenta dias e quarenta noites" e pelos assaltos do diabo, que por fim O deixou: "até o tempo oportuno" (Lc 4,13) , o que, segundo os Padres da Igreja, seriam as horas no Monte das Oliveiras.


cumsanctisangelis.blogspot.com

terça-feira, 5 de março de 2013

Unidos pelo Conclave


Gente, olha só que legal!!! Nesse site estão fazendo ramalhetes espirituais para presentear cada um dos cardeais eleitores! Você se cadastra e é apresentado um cardeal eleitor para que você possa interceder por ele até o início do conclave!

http://www.1conclave.com/




História do Santo Anjo

Queria compartilhar com vocês o que eu acredito  ser uma história de proteção, dos nossos anjos da guarda. Hoje, meu marido, meu filho e alguns amigos estavam trabalhando em um grande  galpão no quintal. Eu estava rezando para seus anjos da guarda, durante o dia para a sua segurança, devido aos possíveis perigos que  presentes no projeto de construção. Eu mesmo mencionei casualmente para todos a rezarem para os seus anjos, também.
Depois de seis horas ou mais, a minha filha mais nova, Catarina, entrou em casa  para informar que a "perna de Kevin quase foi serrado!" Meu marido estava usando uma serra circular para cortar uma grande folha de madeira. Kevin Jr. estava muito perto, e o meu marido é claro gritou para ele sair. Mas antes de sair, a serra já havia cortado sua calça e sua roupa de baixo. Milagrosamente, sua pele estava intacta! Eu imediatamente acreditei na intercessão celestial. Alguns podem pensar que foi só por um triz, mas acho que nossos ajudantes celestiais o protegeu de uma lesão. Obrigado Santos Anjos! Atenciosamente, Chris P.
(Nota:. Ambos Kevin Jr. e sua mãe, Chris, são consagrados a seus Anjos da Guarda)

Fonte:
http://opusangelorum.org/angel_stories/angel_stories_front.htm

domingo, 3 de março de 2013

História do Santo Anjo



Um advogado de Fano, Itália estava regressando à sua casa em Bolonha. Ele estava dirigindo seu veículo que era modelo Fiat 1100. No carro encontravam-se sua mulher e seus dois filhos. Num certo momento, sentindo-se cansado, o advogado foi substituído no volante pelo seu filho mais velho, Guido, o qual se encontrava dormindo. Após alguns quilômetros perto de San Lázaro, também o filho dormiu. Quando acordou deu-se conta que se encontrava a um par de quilômetros do povoado de Imola. Assustado ele gritou: - "Quem havia dirigido o carro" Tinha-lhes acontecido algo... Não - responderam todos. O filho mais velho despertou e disse que havia dormido profundamente.
A mulher e o filho mais novo, incrédulo e maravilhado, disseram haver percebido um modo de dirigir o carro diferente do usual: às vezes o carro esteve a ponto de se chocar com outros veículos, porém na última hora, não acontecia devido a manobras perfeitas. Também a maneira de fazer as curvas era diferente. "Sobre tudo" disse a mulher não colidimos pelo fato de vocês estarem dormindo o tempo todo, não respondendo as nossas perguntas. Disse o marido: "Eu não pude contestar porque adormeci". Entretanto quem tinha conduzido o automóvel? Que havia impedido os acidentes?... Alguns meses depois o advogado foi a San Giovanni Rotondo e o Padre Pio quando o viu, apoiando sua mão no ombro dele, disse: "Tu ficastes dormindo e o Anjo da Guarda conduziu o veículo". O mistério foi revelado.

sábado, 2 de março de 2013

Oração


"Anjo do Senhor - que por ordem da piedosa providência Divina, sois meu guardião - guardai-me neste dia (tarde ou noite) iluminai meu entendimento; dirigi meus afetos; governai meus sentimentos para que eu jamais ofenda ao Deus e Senhor. Amém."