Em união com todos os Santos Anjos

"Sanctus, Sanctus, Sanctus. Dóminus, Deus Sábaoth Pleni sunt caeli et terra Glória tua. Hosánna in excélsis. Benedíctus, qui venit In nómine Dómini, Hosánna in excélsis.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Santa Maria Mãe de Deus

Celebremos a Maternidade da Santíssima Virgem Maria: ao Cristo, seu Filho, adoremos


A virgem Maria é saudada pelo anjo e celebrada pela Igreja, como aquela que de maneira única está portando no seio e irradia ao redor de si mesma a graça de Deus feita pessoa, o Filho do Altíssimo que já no seu próprio nome, Jesus, indica sua profunda identidade e sua missão: revelar a benevolência do Pai, salvar e resgatar do mal toda a humanidade e abrir novamente para ela o caminho para a casa do Pai.

Maria, Mãe de Deus, participa também na geração da nova humanidade, cujas primícias é a pessoa do próprio Jesus (cf. Rm 5, 15-19).



"Pelo amor infinito com que Deus nos amou,
enviou-nos seu Filho nascido da mulher,
uma carne semelhante à carne do pecado,
nascido sob a lei. Aleluia, aleluia".


Desejamos a todos
um Ano Novo repleto das graças de Deus!

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A Gruta Sagrada


Quando a jumentinha que lhes indicava o caminho apareceu diante deles, pulando em sinal de aprazimento, José e Maria ficaram confortados, pois com certeza faziam o caminho da vontade de Deus.

"Então foram felizes onde o Senhor os guiava".

Com um candeeiro José entrou na gruta escavada na rocha e que, do lado do campo dos pastores, tinha um grosseiro muro formado de pedras naturais e toscas. Os homens haviam feito aquela gruta como estábulo. O Eterno Pai, entretanto, destinou-a para morada de seu próprio Filho que vinha ao mundo para resgatar a humanidade.
Maria havia dito que à meia-noite chegaria sua hora, pois estariam se completando os nove meses do anúncio do Anjo Gabriel. José popôs ir à cidade  para chamar umas mulheres piedosas que conhecia e que poderia assistí-la na hora do parto, mas a Virgem Maria lhe assegurou não ser necessário, pediu apenas que José orasse com ela por todas as pessoas que lhe haviam fechado as portas de suas casas.

Com seu bebê pronto para nascer, a Virgem Maria  nos mostrou que todas as nossas celebrações devem ser precedidas de perdão, sem o que não conseguiremos estar em sintonia com Deus. 

Aproximando a hora Maria pediu a José que entrasse em oração, por vontade divina um boi acorreu do campo e entrou na gruta, juntando-se ao jumentinho que transportava Maria, cumprindo-se então a profecia de Isaías (1,3):

"O boi conheceu seu dono, e o jumento o presépio de seu Senhor, Israel porém não o conheceu, nem seu povo teve indulgência". 

Quando José saiu da gruta, para averiguar um barulho, encontrou a jumentinha pulando de contentamento; deu-lhe então ração e quando voltou ao interior da gruta viu que a Virgem Maria orava de joelhos, envolta em luz. José ficou maravilhado - esqueceu a penosa viagem e o desprezo daqueles que se negaram a recebê-los. Desconsiderou até a miséria daquela gruta porque o momento era sagrado! José vivia a Palavra de Deus como lemos em Jó 11, 13-16-17:
"Se voltares o teu coração para Deus e para ele estenderes os teus braços",
"esquecerás daí por diante as tuas penas, como águas que passaram, serão apenas uma lembraça".
"O futuro te será mais brilhante que o meio dia, as trevas se mudarão em aurora". 
Com o coração pleno de gratidão, José ajoelhou-se com o rosto no chão. Maria Santíssima cada vez mais ficava rodeada de luz. Coros de Anjos vieram cantando e glorificando a Deus. Então, preservado o dom de sua Virgindade, apareceu à sua frente, deitadinho no tapete sobre o chão do estábulo, o Menino Deus recém-nascido.
Colocando uma faixa sobre Jesus, a Virgem Mãe Santíssima o tomou em seus braços e chegou-o para junto de seu Materno e Imaculado Coração. E ali, sentados no chão da gruta de Belém, permaneceram em oração e contemplação, Maria a Virgem Mãe e José, o pai segundo a lei. Depois depuseram o Menino envoltos em faixas, mais luminoso que o sol, no seu bercinho, a manjedoura.


Naquela noite, as pessoas de coração puro, sentiram uma alegria santa e inexplicável. E as de coração mau foram tomadas de angústia e aflição. No entanto a humanidade já não era a mesma pois Deus estava conosco!
Os animais manifestaram contentamento, balindo, pulando, saltando, mugindo, trinando. As árvores, plantas e flores desabrocharam desprendendo a sua melhor fragância. E os riachos correram cristalinos...
No vale dos pastores, a légua e meia da gruta, junto às vinhas que se estendiam até Gaza havia uma colina onde moravam três chefes de pastores daquela redondeza. Tomados de um misterioso sentimento saíram de suas casas e olhando o céu viram uma luz extraordinária, que incidia sobre a gruta. Uma nuvem luminosa se aproximou deles, o ar se encheu de melodia celeste e um Anjo lhes falou (lc 2, 8-20):
"Nada temais porque vos anuncio uma boa notícia. Todo o povo exultará de alegria: hoje na cidade de Davi, nasceu um Salvador, que é o Messias. Reconhecê-lo-eis por este sinal: é um recém-nascido envolto em faixas e detado numa majedoura".
Subitamente uma multidão da milícia celeste que louvava a Deus, juntou-se ao Anjo e disse:
"Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens por ele amado"!

Fonte: São José Pai segundo a Lei, Dirce Basto Pereira da Silva - Ed.MIR

domingo, 25 de dezembro de 2011

Vinde, adoremos: o Cristo nasceu para nós!

Do céu os coros se alegram, os Anjos louvam a Deus.
Pastor se mostra aos pastores, quem fez a terra e os céus.
Um Feliz e Santo Natal!!!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Para refletir!

Eis que agora já se cumprem plenamente as palavras, pelo anjo anunciadas sobre a Virgem Mãe de Deus.
                                                                Antifona, Cântico evangélico. 

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

História do Santo Anjo da Guarda

Aconteceu no Natal
O Santo Anjo nos Ajuda na reconciliação

No ano de 2008 encontrei um amigo num Seminário de Formação Católica em São Paulo. Após o Seminário, ele me ajudou com toda a bagagem e transporte porque moro em outro Estado. Enquanto me ajudava, conversamos um pouco sobre diversos assuntos e atividades comuns, neste momento porém, não percebi que estava sendo totalmente soberbo e egoísta, posso dizer que fui a sabedoria personificada.
Invadi a vida dele com meus conceitos e valores, acabei não deixando espaço para ouvir o que realmente ele precisava... estava mais ocupado em resolver a minha vida.
Chegando a casa, um tempo depois, percebi o meu modo soberbo e grosseiro, o quanto poderia ter agredido meu amigo e a falta de caridade.  Procurei por ele mas não obtive resposta.
Resolvi fazer a Súplica Ardente ao Santo Anjo, uma oração que conheci na Obra dos Santos Anjos, rezei  e  falei com meu Santo Anjo para falar com o Anjo do meu amigo por mim. Pontuei tudo que me preocupou para o meu Santo Anjo!
Após três meses  de oração diária, recebi um cartão de Natal deste meu amigo, e o mais belo foi ler tudo que pontuei ao meu Santo Anjo, na mesma sequência, era como uma resposta a cada dúvida, uma resposta fraternal.
Hoje louvo a Deus por tão grande auxílio, pela bondade de Deus na minha vida, por todos os meus amigos e pela alegria de ter ao meu lado o meu Santo Anjo da Guarda.

A todos um Feliz e Santo Natal!!!!


Nós nos preocupamos com muita coisa nesta semana que antecede o NATAL, mas quantas vezes nos preocupamos com as coisas que realmente importa?
Lembre que o Advento é um período propício para retomarmos e dar novo sentido a nossa vida.

domingo, 18 de dezembro de 2011

"Nossa Senhora do Ó"



Nossa Senhora do Ó é uma devoção mariana surgida em Toledo, na Espanha, remontando à época do X Concílio, presidido pelo arcebispo Santo Eugênio, quando se estipulou que a festa da Anunciação fosse transferida para o dia 18 de Dezembro. Sucedido no cargo por seu sobrinho, Santo Ildefonso, este determinou, por sua vez, que essa festa se celebrasse no mesmo dia, mas com o título de Expectação do Parto da Beatíssima Virgem Maria. Pelo fato de, nas vésperas, se proferirem as antífonas maiores, iniciadas pela exclamação (ou suspiro) “Oh!”, o povo teria passado a denominar essa solenidade como Nossa Senhora do Ó. (in: SILVA, Pe. Martinho da. Flores de Maria).

Oração

Doce Virgem Maria,
cujo coração foi por Deus preparado
para morada do verbo feito carne
pelas inefáveis alegrias da expectação
de vosso santíssimo parto,
ensinai-nos as disposições perfeitas
de uma íntegra pureza no corpo e na alma,
de uma humildade profunda
no espírito e no coração,
de um ardente e sincero desejo
de união com Deus,
para que o meigo fruto de vossas benditas entranhas,
venha a nascer misericordiosamente em nossos corações,
a eles trazendo a abundância dos dons divinos,
para redenção dos nossos pecados,
santificação de nossa vida
e obtenção de nossa coroa no Paraíso,
em vossa companhia.
Assim seja.
Amém.




A EXPECTAÇÃO DO PARTO DE NOSSA SENHORA

A festa é conhecida na liturgia com o nome de "Expectação do parto de Nossa Senhora", e entre o povo com o título de "Nossa Senhora do Ó". Os dois nomes têm o mesmo significado e objetivo: os anelos santos da Mãe de Deus por ver o seu Filho nascido.

Anelos de milhares e milhares de gerações que suspiraram pela vinda do Salvador do mundo, desde Adão e Eva, e que se recolhem e concentram no Coração de Maria, como no mais puro e limpo dos espelhos.

A Expectação (expectativa) do parto não é simplesmente a ansiedade, natural na mãe jovem que espera o seu primogênito; é o desejo inspirado e sobrenatural da "bendita entre as mulheres", que foi escolhida para Mãe Virgem do Redentor dos homens, para corredentora da humanidade.

Ao esperar o seu Filho, Nossa Senhora ultrapassa os ímpetos afetivos de uma mãe comum e eleva-se ao plano universal da Economia Divina da Salvação do mundo.


AS ANTÍFONAS MAIORES




As antífonas maiores que põe a Igreja nos lábios dos seus sacerdotes desde hoje até a Véspera do Natal e começam sempre pela interjeição exclamativa Ó.

 Sabedoria, Adonai (Senhor), Raiz de Jessé, Chave de Davi, Sol do Oriente, Rei das Nações, Emanuel.

"Ó Sabedoria... vinde ensinar-nos o caminho da salvação"
"Ó rebento da Raiz de Jessé... vinde libertar-nos, não tardeis mais"
"Ó Emanuel..., vinde salvar-nos, Senhor nosso Deus"

Como expoente altíssimo do fervor e ardentes desejos da Igreja, que suspira pela vinda de Jesus, inspiraram ao povo espanhol a formosa invocação de "Nossa Senhora do Ó".



quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O Santo Advento II

É um tempo tão silencioso, o santo Advento, um silêncio no Céu e no ano litúrgico. As flautas dos pastores ainda dormem, a estrela do Natal ainda não se levantou.




As semanas de espera nas quais aguardamos com perseverança a chegada do Redentor. Um tempo que toca o coração como nenhum outro; é um tempo repleto de uma ânsia (saudade) infinita. Milhares de vozes se elevam nas orações da Igreja e clamam, clamam... Milhares de olhos procuram na distância vasta e escura, para ver se Ele ainda não chegou... Mãos se estendem e suplicam... Os corações se abrem largamente e pulsam em anseios profundos e santos...

Ânsia e clamores sem fim sobem das orações da Igreja, às vezes como pedidos insistentes do mais profundo da alma: “Vós guia de Israel, vinde!” Outras vezes como que vindo de grande dificuldade e sofrimento: “Ó Senhor, eu Vos suplico enviai aquele que quereis enviar, vede a miséria do Vosso povo, vinde assim como prometestes!” Algumas vezes soa como cheio de medo, quase violento, impaciente: “Apressai-vos, Senhor, não vacileis, libertai o Vosso povo! Vinde, Senhor, não tardeis!” E então novamente soam palavras comovedoras, como quando alguém, tomado de grande pavor, encoraja-se a si mesmo: “Ó, certamente, o Senhor virá... E naquele dia brilhará uma grande luz... Ele vem com força e poder real...” Vozes sussurram misteriosas, prometendo: “Tende confiança, Eu venho, Vosso Senhor e Deus, e vos conduzo para casa... Como uma mãe consola os seus filhos, assim Eu quero consolar-vos... Deveis procurar e o vosso coração há de se alegrar!” E então, de repente, se eleva o júbilo luminoso, como de um coração que por muito tempo sofre angústia, de repente de algum lugar das profundezas do coração sobe uma certeza bem-aventurada: “Vós árvores, estendei largamente os vossos ramos, florescei e produzi frutos, pois não tarda muito e vem o dia do Senhor...”

Assim ressoa através de todas as semanas do Advento, de modo cada vez mais impetuoso. Uma ânsia irrompe do coração do homem, tão grande, que é como se ela tivesse que vencer Deus e forçá-Lo naquilo que ele quer.

Até o dia de Natal as palavras ressoam: “Vede, agora é a plenitude dos tempos, quando DEUS enviou o Seu Filho à terra... Por causa do seu imenso amor, com o qual Ele nos ama."

Sim, o tempo no qual agora vivemos é um tempo de anseio, um tempo no qual uma saudade sem limites e nem fim irrompe das profundezas do coração.

Mas, um anseio, uma saudade de que? Uma ânsia de que? Do Redentor, da luz de Cristo, da plenitude de Cristo e da Sua Paz. Assim clamam as muitas preces da Igreja.

Mas o Senhor está aqui! Ele já apareceu!

E, no entanto, se clama e se suplica para que Ele venha, como se fôssemos ainda pagãos! Como se Isaías falasse ainda aos homens do Antigo Testamento. Assim diz-se sempre: “Vinde, Senhor, vinde para o Vosso povo.” O que significa isso? Quem é este?

Pode Ele já ter vindo e no entanto não ter vindo?

Ele pode estar aqui e ao mesmo tempo estar longe?

É possível possuir e sentir a falta e ao mesmo tempo ansiar (ter saudade)? Sim, isso é possível! E com certeza todos vós já experimentastes isso.

Como podemos crer em DEUS – e depois clamar: “Senhor, ensinai-me a crer!” Como podemos conhecer o Redentor – e no entanto desejar do mais profundo do coração: “Senhor, abri os meus olhos para que eu possa reconher-Vos!” Como é possível receber o Senhor na Santa Comunhão – e mesmo assim sentir com a alma faminta o quanto Ele está longe de alguém. Como é possível ser cristão – e, no entanto, poder sentir com todas as fibras do seu ser: “Eu não o sou de fato!” Por isso, de quando em quando, irrompe da alma esta ânsia com dolorosa violência: “Senhor, vinde, vinde!”

Isto é o Advento, o tempo do anseio, da saudade. Este é o tempo no qual somos justamente nós mesmos: homens pobres, despedaçados.

O tempo de Advento, também, é o tempo de preparação para a nossa Redenção! Nos Santos Livros do Antigo Testamento estão os testemunhos de DEUS para a colaboração dos Santos Anjos na Obra da Redenção. O Povo Eleito, ao qual fora prometido ser a origem do Messias, é constantemente acompanhado pelos Santos Anjos, para que ele não perca totalmente a fé no Redentor, apesar de tantas vezes se mostrar obstinado e rebelde.

Como uma luz clara o Anjo se mostra aqui e ali: assim junto dos grandes personagens bíblicos: como Abraão, Jácó, Davi, Daniel, onde o Anjo já indica claramente a chegada do Messias (cf. Dan. 12; fala de S. Miguel e os tempos messiânicos), assim como com a maioria dos outros profetas. Os S. Anjos são aqueles que preparam a obra preparatória de DEUS, são eles que anunciam a Boa Nova de DEUS sobre o Messias, são eles que então na Noite Santa de Natal rejubilam-se com a primeira vinda de JESUS.

(ROMANO GUARDINI, Predigten zum Kirchenjahr)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Bendita és tu entre as mulheres ...

Perfeita, sempre Virgem Santa Maria,

Mãe do Verdadeiro Deus, por quem se vive.
Tu que na verdade és nossa Mãe Compassiva,
te buscamos e te clamamos.
Escuta com piedade nosso pranto, nossas tristezas.
Cura nossas penas, nossas misérias e dores.
Tu que és nossa doce e amorosa Mãe,
acolhe-nos no aconchego do teu manto,
no carinho de teus braços.


Que nada nos aflija nem perturbe nosso coração.

Mostra-nos e manifesta-nos a teu amado Filho,
para que Nele e com Ele encontremos
nossa salvação e a salvação do mundo.
Santíssima Virgem Maria de Guadalupe,
Faz-nos mensageiros teus
mensageiros da Palavra e da vontade de Deus.
Amém.

Nossa Senhora de Guadalupe, rogai por nós!!!

domingo, 11 de dezembro de 2011

Para refletir!

Domingo Gaudete

"Alegrai-vos, céus; alegra-te ó terra; prorrompam em cânticos as montanhas, porque o nosso Senhor virá. Em seus dias florescerão a justiça e a paz” (Sl 71,7).




O cristão deve ser um homem essencialmente alegre. Mas a sua alegria não é uma alegria qualquer, é a alegria de Cristo que traz a justiça e a paz, e que só Ele pode dar e conservar. Ter certeza de que Deus é nosso Pai e quer o melhor para nós, leva-nos a uma confiança serena e alegre, mesmo perante a dureza de certas situações inesperadas. Nesses momentos, que um homem sem fé consideraria golpes de fatalidade sem nenhum sentido, o cristão descobre o Senhor e, com Ele, um bem muito mais alto. Quantas contrariedades desaparecem, se interiormente nos colocamos bem próximos desse nosso Deus que nunca nos abandona!

 “Dentro de muito pouco tempo, aquele que vem chegando, lá estará, e não tardará” (Hb 10,37), e com Ele chegarão a paz e a alegria; em Jesus encontraremos o sentido da nossa vida.

" O Anjo vai à nossa frente com a luz, a fim de que possamos conhecer e decidir corretamente, para que não percamos a direção para DEUS." (Gabriele Bitterlich)

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Imaculada Conceição de Nossa Senhora

Já bem antes da aurora o Senhor veio ajudá-la e preparou, em santidade, uma morada para si.



Ó Deus, que preparastes uma digna habitação para o vosso Filho pela Imaculada Conceição
da Virgem Maria, preservando-a de todo o pecado em previsão dos méritos de Cristo,
concedei-nos chegar até vós, purificados também de toda a culpa, por sua materna intercessão.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Liturgia das Horas, 08 de dezembro - Oração.


O espírito do Advento consiste em grande parte em viver próximos de Nossa Senhora, que neste tempo carrega JESUS no seu ventre.
Todos os dias, a partir do primeiro Domingo do Advento até a festa solene do Natal, vemos no primeiro plano a jovem e virginal Mãe de DEUS, como o invólucro humano que envolve o mistério divino, o Redentor do mundo, repousando no ventre dela.

Atrás da “Virgem Peregrina”, brilha sobre todo o horizonte, a luz do PAI, acompanhando-a em sua caminhada. A bondade do PAI tranquiliza-a, a Sua força paternal fortalece-a. Mas na medida em que aumenta nela a força, aumentam também o seu silêncio e a sua obediência.

"Pela sua Conceição Imaculada, purificai meu corpo e guardai minha alma."

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O Santo Advento

Ao presidir a oração do Angelus neste segundo domingo de Advento, o Papa Bento XVI recordou que este tempo de preparação para o Natal, deve ser um período de intensa conversão ao Senhor.
Ao dirigir-se aos milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, o Santo Padre explicou que no Advento "é importante que entremos em nós mesmo e façamos uma verificação sincera da nossa vida".


"Deixemo-nos iluminar por um raio da luz que provém de Belém, a luz daquele que é o maior e se fez pequeno, o mais forte e se fez fraco", exortou.

Seguidamente propôs imitar a sobriedade de São João Batista e indicou que seu estilo de vida "deveria chamar todos os cristãos a escolher a sobriedade como estilo de vida, especialmente em preparação à festa do Natal, na qual, o Senhor, como diria São Paulo, "de rico que era, se fez pobre por vós, porque vós vos tornastes ricos por meio da sua pobreza".

"O apelo de João vai além e com profundidade em relação à sobriedade do estilo de vida: chama a uma mudança interior, a partir do reconhecimento e da confissão do próprio pecado".

O Santo Padre recordou que o batismo de João "está ligado a um ardente convite a um novo modo de pensar e de agir, está ligado sobretudo ao anúncio do juízo de Deus e do iminente aparecimento do Messias, definido como "aquele que é mais forte que eu" e que batizará no Espírito Santo. ".

Do mesmo modo, exortou a seguir o exemplo da Virgem Maria e confiou à sua intercessão o caminho e o encontro para "o Senhor que vem".



"No deserto, preparais o caminho do Senhor, aplainais entre os ramos, a estrada ao nosso Deus", exclamou.

VATICANO, 04 Dez. 11. O Angelus.