Em união com todos os Santos Anjos

"Sanctus, Sanctus, Sanctus. Dóminus, Deus Sábaoth Pleni sunt caeli et terra Glória tua. Hosánna in excélsis. Benedíctus, qui venit In nómine Dómini, Hosánna in excélsis.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

São João Batista, rogai por nós!



Ó Deus, que suscitastes São João Batista, a fim de preparar para o Senhor um povo perfeito, concedei à vossa Igreja as alegrias espirituais e dirigi nossos passos no caminho da salvação e da paz. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.


Com muita alegria, a Igreja, solenemente, celebra o nascimento de São João Batista. Santo que, juntamente com a Santíssima Virgem Maria, é o único a ter o aniversário natalício recordado pela liturgia.

“Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu
 ninguém maior que João , o Batista” 
                                                                  (Mateus 11,11).

domingo, 23 de junho de 2013

Criança salva pelo Anjo



Aos Seus Anjos Ele mandou que te guardem em todos os teus caminhos...(Salmo 90)

Um estouro e 8 metros para baixo

Domingo,depois do meio dia.Nossa Teresinha,de 10 anos,brincava com uma amiga no jardim.Ambas,muito vivas,queriam mais espaço.Sem mais nem menos,subiram no terraço da padaria adjacente ao nosso terreno.Nosso filho Ludgero chamou-lhes a atenção: "Não brinquem ali,é perigoso!" Mas que!Era um encanto lá em cima!
De repente:tilintar de vidros partidos,e um grito.Teresinha sumiu.O que havia acontecido?Num ângulo do terraço havia uma janela,com seus vidros pintados de preto por dentro.A menina não notou a diferença.Correndo,pulou sobre ela.Um estouro,e foi parar mais de 8 metros para baixo,coberta de fuligem e de cacos de vidro.
Ludgero,que tudo presenciara,correu para casa avisando:"Teresinha matou-se.Está no vizinho". Foi um choque medonho.Com uma jaculatória nos lábios preparei-me para o pior.As pernas tornaram-se duras.Apenas saí de casa e...o que vejo?Teresinha vem correndo.Estava super empolgada.Nenhuma armadura,nenhum membro destroncado ou fraturado.
Os vizinhos chegaram cheios de emoção.Corremos ao local do acidente.Estávamos espantados com aquela altura e o monte de cacos.Como de uma só boca,diziam todos: verdadeiro milagre!
Pessoalmente sabia que Teresinha sempre invoca o Anjo da Guarda. Disse eu: juntas vamos agradecer ao teu grande guardador que te salvou tão maravilhosamente."Ordenou aos seus anjos que te amparem em todos os teus caminhos".

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Oração ao Anjo da Guarda

ORAÇÃO AO SANTO ANJO DA GUARDA DO BRASIL




Santo Anjo do Brasil, vós fostes encarregado pelo PAI ETERNO de guardar esta Terra de Santa Cruz e ajudá-la a crescer e desenvolver-se conforme Seus desígnios benevolentes.
Nós cremos no vosso poder junto de DEUS e confiamos na vossa prontidão em socorrer-nos. Sede, pois, nosso guia para que cumpramos convosco a nossa missão no mundo.
Ajudai a Igreja no Brasil a anunciar CRISTO com franqueza e alegria e penetrar toda a sociedade com o fermento do Evangelho.
Afastai, com a força da Santa Cruz, todos os poderes inimigos que ameaçam o povo brasileiro.
Unimoos as nossas preces às vossas. Apresentai-as diante do Trono de DEUS, para que, unidas ao sacrifício de JESUS, oferecido diariamente em nossos altares, alcancem aquelas graças que mais precisamos nesta hora de combate espiritual.
E guardai-nos, sempre debaixo do manto protetor de Nossa Senhora Aparecida, nossa Mãe e Rainha, para que permaneçamos fiéis no caminho de JESUS, o único que nos conduz da terra ao Céu. Lá na assembleia de todos os povos, unidos como uma só família de DEUS, louvaremos e agradeceremos convosco ao PAI Eterno, com seu FILHO e ESPIRITO de Amor, por toda a eternidade. Amém.

Uma pequena explicação sobre a imagem do Anjo:


A foto do Santo Anjo da Guarda do Brasil com a explicação da imagem feita pela artista. Lembramos que esta imagem esta sob direitos autorais. Consegue-se folhetos para divulgação através:

Santos Anjos Livraria e Artesanato
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12511-970 Guaratinguetá-SP
Tel.: (12) 3122-4863 / (12) 3126-4845
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Secretariado O.A. Anápolis-GO
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Atendimento (segunda-feira a sábado): 09:45-12:15 e 17:00-18:00
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quarta-feira, 19 de junho de 2013

A IDEOLOGIA DA CONSPIRAÇÃO - Tentação do individualismo





Como bom filho de Santo Inácio, o Papa Francisco, aludindo a comunidades, analisa bem como o demônio, bom estrategista, sabe nos tentar e nos enganar com aparências de verdade ou meias-verdades, o que pode se aplicar ao comportamento humano em geral.
“A tentação do individualismo, que, crescendo, nos conduz a parcialidades... baseia-se sempre em uma verdade (que pode ser real ou parcial ou aparente, ou uma falácia). Costuma ser uma razão que justifica e tranquiliza ao mesmo tempo. E essa razão tem raiz no espírito de suspeita e desconfiança. Nem sempre o demônio tenta com uma mentira. Na base de uma tentação, pode existir uma verdade, mas vivida no mau espírito... ‘Vim a pensar como Nosso Senhor não deve ter por bem reformar algumas coisas da Igreja segundo o modo dos hereges; porque eles, assim como também os demônios, em muitas coisas dizem a verdade, mas não a dizem com o Espírito de verdade, que é o Espírito Santo’ (Beato Fabro). Aqui se baseia, em grande parte, a estrutura da ideologia. Aparentemente, a ideologia parece ser fruto de uma verdade, de uma opinião; porém, na realidade, é fruto da vontade, do mau espírito. Por isso, uma ideologia deve ser julgada sempre não por seu conteúdo, mas pelo espírito que a sustenta, que não é necessariamente o Espírito da verdade”.

          “As suposições são como aqueles que pretendem prever o futuro: são nada mais que tentação. Ali Deus não está, porque Ele é Senhor do tempo real, do passado constatável e do presente discernível. Quanto ao futuro, é Senhor da Promessa, que pede de nós confiança e abandono...”.

         “É o próprio demônio quem semeia a suspeita no coração para dividir. A fenomenologia é inversa à da Encarnação do Verbo: o demônio busca dividir, por meio da suspeita, para confundir depois; o Senhor, no entanto, apresenta-se sempre Deus e Homem, sem confusão nem divisão. Ao semear as suspeitas, o demônio procura convencer com falácias ou com meias verdades, a fim de resguardar o coração em convicções egoístas que levam a um mundo fechado a toda objetividade (cf. Exercícios Espirituais e regra para discernimento). A suspeita, semeada pelo demônio, configura uma regra distorcida no coração, que distorce toda a realidade... Já não se trata de tal ou qual ideia, e sim de toda uma hermenêutica: qualquer coisa que aconteça é interpretada de forma distorcida, devido à adesão a essa regra distorcida”.

          “A teoria do complô... é uma sedução primária que favorece o tipo de almas que, no fundo, sente falta de esquemas maniqueístas de bom-mau (e costuma se situar no partido dos bons). A falta de contato com uma objetivação real vai amuralhando tais almas em certa ideologia defensiva. Elas trocam a doutrina pela ideologia, a peregrinação paciente dos filhos de Deus pelo vitimismo do complô que os outros fazem contra elas. Acabam enroladas em palavras que aprisionam, segundo o dito que diz que as palavras que nascem da mente são um muro e as que nascem do coração são uma ponte” (J. M. Bergoglio, S.J., Sobre a acusação de si mesmo).

Texto de Dom Fernando Rifan.

São Miguel defende o santuário



Os sacerdotes dos ídolos, obstinados nos seus erros,resolveram destruir o santuário.Junto deste,passavam dois rios que eram contidos por diques.Numa noite ouviu-se um forte barulho das águas.Os pagãos tinham destruído os diques e brevemente o santuário seria arrasado e submerso.O eremita,ao ver o que se passava,gritou: "SENHOR,a Vossa onipotência comanda e rege os abismos do mar,Vós podeis salvar o templo do Vosso Arcanjo". Enquanto ele rezava,ouviu-se uma voz vinda do Céu.Era São Miguel que descia para desarmar o furor de Satanás.Disse ele ao seu fiel servo e guardião do seu templo:"Não temais, o inferno não pode nada contra nós". O Arcanjo estendeu a sua mão sobre o caudal dos rios;as águas impetuosas foram controladas no seu caminhar por um braço invisível.São Miguel traçou sobre elas o sinal da Cruz e fê-las recuar,desviando o seu curso.O vencedor de Lúcifer deixou-se ver no cume de um rochedo.A terra tremeu e abriu-se uma garganta,por onde as águas sumiram-se vertiginosamente,em turbilhão.São Miguel,depois de ter exortado o eremita a que continuasse a convidar os doentes do corpo e da alma a que usassem da água da fonte em Nome da SANTÍSSIMA TRINDADE,subiu ao Céu.
As liturgias da Igreja Oriental comemoram este acontecimento com Missa e ofícios próprios no dia 06 de setembro.
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(Fonte:São Miguel,Príncipe dos Exércitos Celestes,Ed.Divina Misericórdia,1997)

segunda-feira, 17 de junho de 2013

São Miguel, rogai por nós!



Um rico homem de Laodiceia,cidade da região da Frígia, tinha uma filha única que era muda.Numa noite,apareceu-lhe,em forma humana,São Miguel e disse-lhe:"Conduz a tua filha à fonte dos cristãos e acredita na onipotência do seu DEUS,que a tua fé será recompensada".Cheio de temor e esperança, foi com a filha à fonte e aí perguntou aos cristãos o que devia fazer. Eles disseram: "É em nome do PAI,do FILHO e do ESPÍRITO SANTO e pela intercessão de São Miguel que nós usamos essa água".O pagão, repetindo estas palavras,invocou a Santíssima Trindade e o socorro do glorioso Arcanjo. A filha começou a falar e a fé iluminou a sua alma e a do seu pai.Ambos pediram o batismo. Cheio de alegria,o homem mandou edificar junto da fonte uma igreja, a atestar seu reconhecimento por este milagre.Um cristão jovem que seguia  a vida eremítica, ficou como guardião deste santuário. As curas multiplicaram-se e,como consequência, a conversão dos pagãos ao cristianismo.

domingo, 16 de junho de 2013

A proteção do Anjo da Guarda


Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guardem em todos os teus caminhos.(Salmos 90:11 )

Um salto para a rua

Na noite de 13 de fevereiro de 1856, em Zams no Tirol da Áustria, repicaram os sinos de alarme. O fogo devorava duas das maiores casas.Grande multidão acorreu à rua. Não foi possível salvar mais nada: as chamas já se elevavam até o telhado. Os ocupantes delas salvaram a bem dizer, apenas suas vidas.
Naquela balbúrdia, uma surpresa! Abre-se a janelinha no triângulo do pequeno desvão. Ó céus! Surgem duas crianças de 8 e 12 anos. Dormiam na água furtada, e ninguém se lembrou da confusão.
O pavor perpassou o povo. O que fazer?As labaredas estavam para envolver as meninas. Foi quando a mais velha disse à menor: "Vamos pular para baixo.O Anjo vai nos proteger. Eu pulo na frente. Se nada me acontece, pule atrás!" E exclamou: "Santo Anjo da guarda, salva-me!- e se lançou para a rua.
Arrepiada, olhava-a a multidão. Coisa estranha!Como se alguém conduzisse a menina pelo ar, chegou ao chão sem baque nenhum. E logo gritou: "Aninha, grite para o Anjo e venha!Nada me aconteceu!"
A menina igualmente gritou, e atirou-se para baixo, sem absolutamente nada sofrer. As meninas abraçaram-se, ajoelharam-se e agradeceram aos Anjos da guarda.Indescritível foi a alegria dos pais e dos espectadores todos.

Salmos 91:11 Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guardem em todos os teus caminhos.
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Salmos 91:11 Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guardem em todos os teus caminhos.
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(DO Livro Convivendo com o Anjo da guarda, A. M. Weigl,Edições Rosário,1996)

Hoje é dia da Beata brasileira Albertina Berkenbrock, intercessora da JMJ Rio 2013.




    Albertina nasceu a 11 de abril de 1919, em São Luís, município de Imaruí, SC. Foi batizada no dia 25 de maio de 1919, crismou-se a 9 de março de 1925 e fez a primeira comunhão no dia 16 de agosto de 1928.

    Seus pais e familiares souberam educar a menina na fé, transmitiram-lhe muito cedo as principais verdades da Igreja. Ela aprendeu logo as orações, era perseverante em fazê-las e muito recolhida ao rezar. Sempre que um padre aparecia em São Luís, lá ia ela participar da vida religiosa da comunidade.

    Confessava-se com freqüência, ia regularmente à missa, comungava com fervor. Aliás, preparou-se com muita diligência para a primeira comunhão. Falava muitas vezes da Eucaristia e dizia que o dia de sua primeira comunhão fora o mais belo de sua vida.

    Albertina foi também muito devota de Nossa Senhora, venerava-a com carinho, tanto na capela da comunidade como em casa. Junto com os familiares recitava o terço e recomendava a Maria sua alma e sua salvação eterna. Tinha especial devoção a São Luís, titular da capela e modelo de pureza.

    A formação cristã instilou em Albertina a inclinação à bondade, às práticas religiosas e à vivência das virtudes cristãs, na medida em que uma menina de sua idade as entendia e podia vivê-las. Nada de estranho se seus divertimentos refletiam seu apego à vida religiosa. Gostava de fazer cruzinhas de madeira, colocava-as em pequenos sepulcros, adornava-os com flores.

    Foi no ambiente simples, belo e cristão de sua família que Albertina cresceu. Ajudava os pais nos trabalhos da roça e em casa. Foi dócil, obediente, incansável, sacrificada, paciente. Mesmo quando os irmãos a mortificavam, às vezes até lhe batiam... ela sofria em silêncio, unindo-se aos sofrimentos de Jesus que amava sinceramente.

    Também fora de casa Albertina se apresentava como modelo para os colegas e motivo de admiração para os adultos. Gozava de grande estima na escolinha local, particularmente por parte de seu professor, que a elogiava por suas condições espirituais e morais superiores à sua idade que a distinguiam entre as colegas de escola. Ela se aplicou ao estudo, aprendeu bem o catecismo, conheceu os mandamentos de Deus e seu significado. Jamais faltou à modéstia. Se pensarmos na maneira como sacrificou sua vida, conforme declarou seu professor, ela tinha compreendido o sentido do sexto mandamento no que tange à pureza e à castidade. Foi menina boa, estimada por colegas e por adultos.

    Às vezes, porém, alguns meninos punham à prova sua mansidão, modéstia, timidez e repugnância por certas faltas. Albertina então se calava. Nunca se revoltou, menos ainda nunca se vingou, mesmo quando lhe batiam. Era pessoa cândida, simples, sem fingimentos, vestia-se com simplicidade e modéstia.

    Sua caridade era grande. Gostava de acompanhar as meninas mais pobres, de jogar com elas e com elas dividir o pão que trazia de casa para comer no intervalo das aulas. Teve especial caridade com os filhos do seu assassino, que trabalhava na casa do pai. Muitas vezes Albertina deu de comer a ele e aos filhos pequenos, com os quais se entretinha alegremente, acariciando-os e carregando-os ao colo. Isto é tanto mais digno de nota quanto Indalício era negro, sabendo-se que nas regiões de colonização européia uma dose de racismo sempre esteve presente.

    Todas essas atitudes cristãs mostram que Albertina, apesar de sua pouca idade, era pessoa impregnada de Evangelho. Não é de estranhar, portanto, se teve forças para comportar-se com fortaleza cristã no momento de sua morte a fim de defender sua pureza e virgindade. 

    No dia 15 de Junho de 1931, Albertina procura um boi fugitivo. De repente vê ao longe alguns chifres e corre naquela direção. Mas eram outros bois, que estavam amarrados. Como surpresa, porém, encontra perto deles um empregado de seu pai, Maneco, carregando feijão na carroça. À pergunta de Albertina pelo boi desaparecido, o homem lhe dá uma pista falsa para encaminhá-la ao lugar onde poderia satisfazer seus desejos sem chamar atenção.

    Maneco, que já tinha violentado outra menina, disse: - Hoje tenho que matar alguém! Pensou: - Se Albertina não aceitar, vou usar o canivete...

    Albertina seguiu a indicação de Maneco, embrenhou-se pela mata. Repentinamente percebe que os gravetos estalam, as folhas farfalham... Ela pensa ser o boi. Eis, porém, que, dá de cara com Maneco. Fica petrificada. Sozinha, no mato, com aquele homem na frente!

    Chegara o momento supremo! Maneco lhe propõe seus intentos. Albertina, decidida, não aceita. Sabe o que é o pecado e o recusa peremptoriamente. Começa então a tentativa do assassino de se apossar de Albertina, mas ela não se deixa subjugar. A menina é forte. Aos pontapés, quase derruba o assassino. A luta é longa e terrível. Ela não cede. Derrubada, por fim, ao chão, agora está toda nas mãos do agressor. Ainda assim, defende-se, agarra seu vestido e se cobre o mais que pode.

    Maneco, derrotado moralmente pela menina, vinga-se, agarra-a pelos cabelos e afunda o canivete no pescoço e a degola.

    Está morta Albertina! Seu corpo está manchado de sangue... Sua pureza e virgindade, porém, estão intactas.



    O assassino despista o crime. ..Diz que encontrou o corpo de Albertina e sabe quem a matou. Prendem João Candinho, que protesta, diz-se inocente, chora, mas é inútil. Maneco confirma: - Foi esse homem que matou Albertina!

    Os colonos, porém, começam a duvidar: Acaso não seria Maneco o assassino?

    Maneco aparecia toda hora por perto da sala onde se velava o corpo de Albertina. Não parava de ir e vir. Como contam testemunhas, sempre que se aproximava, a ferida do pescoço de Albertina vertia sangue. Não seria um sinal?

    Enquanto o povo cismava, Maneco tramava sua fuga...

    Dois dias depois chegou o prefeito de Imaruí. Acalmou a população e mandou soltar João Candinho. Foi à capela, tomou um crucifixo e, acompanhado por Candinho e outras pessoas, foi à casa do pai de Albertina, o colocou sobre o peito da menina morta. Mandou que João Candinho colocasse as mãos sobre o crucifixo e jurasse que era inocente. Dizem que naquele momento o sangue da ferida parou de sangrar. 

    Entretanto, Maneco acabava de fugir. Preso em Aratingaúba, confessou o crime. Aliás, confessou um outro crime cometido em Palmas, onde matara um sargento. Tinha também matado um homem em São Ludgero.

    Maneco Palhoça - ou Indalício Cipriano Martins (conhecido também como Manuel Martins da Silva) - foi levado para Laguna. Correu o processo. Foi condenado. Levado para a penitenciária, depois de alguns anos morreu. Na prisão comportou-se bem. Confessou ter matado Albertina porque ela recusara ceder à sua intenção de manter relações sexuais com ela.

    sábado, 15 de junho de 2013

    O santo Anjo da Guarda em nossa vida



    LIGAÇÃO ESPECIAL COM O ANJO DA GUARDA

    O Anjo da Guarda é um dom especial de Deus. Se pudéssemos escolher entre todos os Santos Anjos um protetor e auxiliador especial, não poderíamos encontrar um melhor do que aquele que Deus, na Sua sabedoria e amor infinitos, já antes escolheu para nós. Só Deus conhece o mistério da nossa vida. Somente Ele, nosso criador e redentor, conhece todos os nossos lados fortes e fracos, nossa vocação e nossas provações, nossa cruz e a glória destinada para nós. Prevendo tudo isso, Ele escolheu, desde a eternidade, o nosso Anjo da Guarda - a ele para nós e a nós para ele.
    O Senhor nos diz: "Vou enviar um Anjo diante de ti, para que te guarde pelo caminho e te conduza ao lugar que eu preparei" (Ex 23,20; leitura da festa dos Anjos da Guarda). O Anjo da Guarda é assim para nós a porta ao mundo dos Anjos e, de certo modo, o porteiro do Céu. Sendo ele enviado por Deus para nós, vale em primeiro lugar dele a  palavra do catecismo: "Os anjos cooperam para todas as nossas boas obras" (Catecismo da Igreja Católica, 350; cf. Summa Theologiae I,114,3, ad 3). Ele é o nosso melhor e mais fiel amigo, o único que, além de Jesus e Maria, nos acompanha e protege ininterruptamente por toda a nossa vida. Sua primeira solicitude, sua primeira intercessão sempre é para seu protegido. O protegido é o 'talento' que lhe foi confiado e que ele tanto deseja devolver ao Senhor, com 'lucro' cêntuplo, no fim da nossa vida. Deste modo, ele cuida incansavelmente, dia e noite, do nosso bem e da nossa salvação eterna. Infatigavelmente esforça-se pela nossa purificação, iluminação e perfeição. Destas três atividades hierárquicas dos Anjos, São Boaventura escreve: "A purificação produz a paz, a iluminação conduz à verdade e a perfeição realiza a caridade. Estes três atos, freqüentemente praticados, dão a felicidade à alma e, quanto melhor praticados, mais lhe aumentam os méritos" (Os três caminhos ou Incêndio de amor, prólogo 1).
    O Anjo da Guarda é o auxílio certo contra os espíritos malignos que nos tentam e afligem, pois já no começo o nosso Anjo da Guarda, sob a guia do Santo Arcanjo Miguel, participou da vitória contra os espíritos malignos. Como espírito pode facilmente reconhecer o tentador e afugentá-lo em virtude da graça. Se, no entanto, Deus permitir ao inimigo peneirar-nos como Jó (1,12; 2,6), como Pedro (Lc 22,31) ou como Paulo (2 Cor 12,7-8), não nos falta, apesar disso, a assistência confortante do Santo Anjo da Guarda. Com sua ajuda somos capazes de sempre manter a fidelidade a Deus.
    Quanto devemos ao Anjo da Guarda! Quem seria capaz de lhe pagar um salário devido? Um amor tão fiel somente pode ser correspondido com fidelidade, amor e confiança. Por isso nos entregamos a ele com muito gosto e lhe prometemos nosso amor e fidelidade. Se nós somos fracos, ele, que "contempla sem cessar a face do Pai que está nos Céus" (Mt 18,10), está firme e imutavelmente ancorado em Deus. Esta firmeza ele nos quer proporcionar, ajudando-nos, mediante a luz da graça de que é dotado, a acreditar ainda mais firmemente em Deus, a confiar ainda mais fortemente no Seu auxílio e a amar ainda mais desinteressadamente a Deus e ao próximo.
    Por toda a eternidade estaremos unidos em íntima amizade ao Anjo da Guarda e reinaremos com ele no Reino de Deus. Deste modo podemos compreender as palavras de São Tomás de Aquino: "a todo homem, enquanto é viajor, é dado um Anjo da Guarda. Quando, porém, já tiver chegado à meta do caminho, não terá mais um Anjo da Guarda; no entanto, terá no Reino o Anjo reinando com ele" (Summa Theologiae113, 4c).

    quinta-feira, 13 de junho de 2013

    Oração - Beata Madre Humildade de Florença


    Bons Anjos, meus possantes protetores: guardai todas minhas vias e vigiai cuidadosamente à porta de meu coração, de medo que eu não seja surpreendida por meus inimigos. Brandi diante de mim vosso gládio protetor! Guardai também a porta de minha boca para que nenhuma palavra inútil escape de meus lábios! Que minha língua seja como uma espada, quando for o caso de combater os vícios ou de ensinar a virtude! Fechai meus olhos com um duplo selo quando eles quiserem ver com complacência outra coisa que Jesus. Mas tende-os abertos e despertos quando for para rezar e cantar os louvores do Senhor. Vigiai também a porta de meus ouvidos, a fim de que eles repilam sempre com desgosto tudo o que vem da vaidade ou do espírito do mal. Colocai entraves a meus pés quando eles quiserem ir pecar. Mas acelerai meus passos quando se tratar de trabalhar para a gloria de Deus ou da santa Virgem Maria, ou a salvação das almas! Fazei que minhas mãos sejam sempre, como as vossas, prontas a executar as ordens de Deus. Abafai em mim o olfato do corpo, a fim de que minha alma não aspire mais que o suave perfume das flores celestes. Em uma palavra, guardai todos meus sentidos, de maneira que minha alma se deleite constantemente em Deus e com as coisas celestes. Meus Anjos bem-amados: fui colocada sob vossa guarda pelo doce Jesus; eu vos suplico que me guardeis sempre com cuidado, pelo amor dEle. Ó meus Anjos bem-amados, eu vos peço de me conduzir um dia à presença da Rainha do Céu, e de suplicar-lhe que eu seja colocada nos braços do divino Menino Jesus, seu Filho bem-amado!”.
    -Beata Madre Humildade de Florença

    segunda-feira, 10 de junho de 2013

    Santo Anjo da Guarda de Portugal (10 de Junho)





      Anjo da Paz, da Pátria, da Eucaristia. 


      As 3 aparições deste anjo em Portugal compuseram o ciclo angélico da mensagem de Fátima.

      Na primavera de 1916, as 3 crianças estavam na Loca do Cabeço (Fátima) a pastorear, quando apareceu-lhes um jovem de mais ou menos 14 ou 15 anos, mais branco que a neve, dizendo: “Não temais, sou o Anjo da Paz, orai comigo: Meu Deus eu creio, adoro, espero e amo-vos. Peço-vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não vos amam”. As crianças rezaram por três vezes, com o rosto ao chão. Depois ouviram do anjo: “Orai assim. Os corações de Jesus e de Maria, estão atentos à voz de vossas súplicas”. Esta oração acompanhou os pastorinhos sempre.

      A segunda aparição deu-se num dia de verão, no quintal da casa de Lúcia, no Poço do Arneiro. As crianças estavam brincando sobre o poço, quando o anjo apareceu-lhes dizendo: “Que fazeis? Orai, orai muito. Os corações santíssimos de Jesus e de Maria, tem sobre vós desígnios de misericórdia... eu sou o Anjo da sua guarda, o anjo de Portugal”. 

      Na terceira aparição, outono do mesmo ano, novamente na Loca do Cabeço, as crianças rezavam a oração que aprenderam na primeira aparição, e o Anjo lhes apareceu com o cálice e uma hóstia. A hóstia a pingar gotas de sangue no cálice. Elas ajoelharam, e o anjo ensinou-lhes esta oração profundíssima que diz da essência da mensagem de Fátima: “Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espirito Santo, adoro-vos profundamente. E ofereço-vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo presente em todos os sacrários da Terra. Em reparação aos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido, e pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-vos a conversão dos pobres pecadores”. Depois disso, o Anjo da Eucaristia, entregou a hóstia para Lúcia e o cálice entre Francisco e Jacinta e disse-lhes: “Tomai e bebei o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos. Reparai os seus crimes e consolai o vosso Deus.” 

      Esta oração nos une com Maria, ao reparador Jesus Cristo, no mistério da Eucaristia para a glória da Santissima Trindade.

      Santo Anjo da Guarda de Portugal, rogai por nós!

      domingo, 9 de junho de 2013

      História do Santo Anjo

      UM INDIVÍDUO PERVERSO



      Lou e a sua jovem esposa, Edith, viviam numa pequena quinta em Michigan. Era a última casa de uma pequena rua. A vida ali era solitária e dura, mas os recém-casados sentiam-se alegres por estarem juntos, pois amavam-se e tinham o alimento diário.
      Certa manhã no início do Verão, depois de Lou ter saído para ir apanhar feno, chegou à quinta um forasteiro. Atou, como é hábito, o cavalo a um poste, mas em vez de se dirigir directamente para a casa, pôs-se a examinar o estábulo, o celeiro e a área em redor, e só então se dirigiu para a casa. Edith tinha observado da janela, com preocupação, os passos do desconhecido. Quando ouviu as pancadas na porta ficou atemorizada. A princípio não queria abrir, mas como o homem poderia arrombar a porta, decidiu abrir um pouco a porta e perguntar muito timidamente: - "O que deseja?"
      O desconhecido, que a olhava fixamente, perguntou-lhe com voz neutra: - "Está sozinha?" Edith desejava qualquer coisa menos ficar sozinha com aquele impúdico personagem. O medo fê-la dizer energicamente: "NÃO! O meu marido está no sótão." E para dar ênfase à sua afirmação, virou-se e gritou: "Lou...!"
      Uma voz - a do marido - ressoou de imediato: "O que é que se passa, Edith? Desço já!" Prova de que as intenções do desconhecido não eram honestas, além de se poder ler no seu rosto, foi o facto de que nesse mesmo instante deu meia volta e se afastou rapidamente montado no cavalo. Edith estava atónita. Ela pensava que Lou andava a apanhar feno no campo. Correu até ao sótão para ver o que é que o marido lá estava a fazer, mas não encontrou ninguém.
      Uma vez, durante um retiro, contei esta história aos participantes. No final, perguntei-lhes se pensavam que o Anjo da Guarda que tinha ajudado era o do Lou ou o da Edith, ao que uma jovem respondeu de forma assombrosa: "Eu acho que era o Anjo da Guarda do desconhecido, que o protegeu de cometer um acto terrível!"
      (Michigan, inícios do Séc. XX. Relato contado pela filha de Edith, mãe de um sacerdote amigo.)

      "Os Anjos nos ajudam em nossa luta para nos mantermos fortes contra os poderes do mal. (...) Os puros espíritos foram enviados para o resgate da raça humana. Na verdade, pela nossa fraqueza, se os Anjos não viessem em nosso socorro, não poderíamos resistir aos ataques dos espíritos malignos. Precisamos da ajuda de uma natureza superior. Sabemos que foi com estas palavras que o Senhor fortaleceu Moisés, que tremia e temia: "Meu Anjo irá diante de ti.”.  - Santo Hilário.

      sábado, 8 de junho de 2013

      Na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, Papa Francisco enfatizou o amor de Cristo pela humanidade

        
      É preciso deixar-se amar por Deus

      Deixar-se amar por Deus com ternura é difícil, mas é a graça que temos que pedir dEle. Este foi o convite do papa Francisco na missa desta manhã na Casa Santa Marta.




      Concelebrou com ele o bibliotecário da Santa Igreja Romana, dom Jean-Louis Bruguès, e o pe. Sergio Pagano. Assistiu à missa parte do pessoal do Arquivo Secreto Vaticano.

      “Jesus nos amou muito, não com palavras, mas com fatos e com a vida”, repetiu várias vezes o papa na homilia de hoje, solenidade do Sagrado Coração de Jesus, que ele chama de "festa do amor", de um "coração que amou muito". Um amor que, como repetia Santo Inácio, "se manifesta mais nas obras do que nas palavras" e que é especialmente "mais um dar-se do que um receber".

      Bases do amor de Deus
      “Estes dois critérios”, destacou o papa, “são os pilares do amor verdadeiro”, e é o Bom Pastor quem representa todo o amor de Deus. Ele conhece as suas ovelhas uma por uma, "porque o amor não é abstrato nem geral: é o amor por cada um".
      "Um Deus que se torna próximo por amor, que caminha com o seu povo, e esse caminhar chega a um ponto inimaginável. Nunca podemos imaginar que o próprio Deus se torna um de nós e caminha conosco, fica 


      conosco, permanece na sua Igreja, continua presente na Eucaristia, continua na sua Palavra, permanece nos pobres, fica conosco para caminhar! E isto é estar perto: é o pastor perto do seu rebanho, das suas ovelhas, que ele conhece uma por uma".

      Explicando uma passagem do livro do profeta Ezequiel, Francisco ressalta outro aspecto do amor de Deus: o cuidado da ovelha perdida e da ovelha ferida e doente:
      "A ternura! Deus nos ama ternamente! Nosso Senhor conhece aquela linda ciência das carícias, aquela ternura de Deus. Não se ama com as palavras. Ele se aproxima, chega perto, e nos dá aquele amor com ternura. Proximidade e ternura! Esses dois estilos de Deus que se torna próximo e que dá todo o seu amor inclusive nas menores coisas: com a ternura. E é um amor forte, porque a proximidade e a ternura nos fazem ver a fortaleza do amor de Deus".

      Chamados a amar
      "Mas vocês amam como eu os amei?", foi a pergunta que o papa destacou, reforçando que o amor deve "ser próximo", deve ser "como o do bom samaritano" e, em particular, ter “o sinal da proximidade e da ternura”. Mas como devolver todo esse amor a Deus? Este foi o outro ponto em que Francisco se concentrou: "amando-o", ficando "perto dele", sendo "ternos com Ele". Mas isto não é suficiente:
      "Pode parecer uma heresia, mas é a maior das verdades! Mais difícil do que amar a Deus é deixar-se amar por Ele! A maneira de devolver tanto amor é abrir o coração e deixar-se amar. Deixar que Ele venha até nós e senti-lo perto. Permitir que ele seja terno, que ele nos acaricie. Isso é muito difícil: deixar-se amar por Ele. E é isto o que talvez devamos pedir hoje na missa: Senhor, eu quero te amar, mas me ensina essa difícil ciência, esse difícil hábito de me deixar amar por ti, de te sentir por perto e de sentir a tua ternura! Que o Senhor nos dê esta graça".

      Fonte: ZENIT - O Mundo Visto de Roma

      domingo, 2 de junho de 2013

      Refletir




      "Bendita a alma que atinge a beleza desejada por Deus, e que consegue 
      não só atrair o olhar dos anjos, 
      mas o de Jesus! "
       (Santo Padre Pio de Pietrelcina)

      sábado, 1 de junho de 2013

      Comunicado




      Em sintonia com o pedido do Papa Francisco, toda a Igreja Católica está sendo convidada a celebrar uma hora santa, no dia 2 de junho. Nesta data, na maior parte do mundo, celebra-se a solenidade de Corpus Christi, que é transferida para o domingo seguinte nos países em que o dia da festa, quinta-feira, não é feriado).

      Por ocasião do Ano da Fé, o Papa Francisco convocou os fiéis para um gesto único: que às 17h00min de domingo (horário local, meio-dia no horário de Brasília), todos os católicos do mundo se unam em um gesto de comunhão com o Senhor, com o Vigário de Cristo, com todo o Colégio Episcopal e com a Igreja espalhada por toda a terra, em uma hora de adoração ao Santíssimo Sacramento.