Em união com todos os Santos Anjos

"Sanctus, Sanctus, Sanctus. Dóminus, Deus Sábaoth Pleni sunt caeli et terra Glória tua. Hosánna in excélsis. Benedíctus, qui venit In nómine Dómini, Hosánna in excélsis.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Regina Caeli Laetare

Rainha do Céu - O Angelus para o tempo pascal



V. Rainha do céu, alegrai-Vos, aleluia!
R. Porque Quem mereceste trazer em Vosso seio, aleluia!
V. Ressuscitou como disse, aleluia.
R. Rogai a DEUS por nós, aleluia.
V. Alegrai-Vos e exultai, ó Virgem MARIA, aleluia!
R. Porque o SENHOR ressuscitou verdadeiramente, aleluia.

Oremos: Ó DEUS, que pela ressurreição de vosso Filho, Nosso Senhor JESUS CRISTO, fizeste brilhar no mundo a alegria, fazei que, pela intercessão da Virgem MARIA, Sua Mãe, cheguemos às alegrias da vida eterna. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

domingo, 24 de abril de 2011

Os Santos Anjos na ressurreição.

Não podemos duvidar que os Santos Anjos tiveram uma grande alegria na Ressurreição de Jesus, e essa alegria foi porque o homem, o seu irmão mais novo, pode agora participar deste amor divino que eles participam.



Quando as mulheres foram à sepultura encontraram um Anjo (ou Anjos) que lhes disse: "Não temais! Sei que procurais a Jesus que foi crucificado. Não está aqui: ressuscitou como disse. Vinde e vede o lugar em que Ele repousou. Ide depressa e dizei aos discípulos que Ele ressuscitou dos mortos. Ele vos precede na Galiléia. Lá O haveis de rever, eu vos disse" (Mc 16,6-7).

Essas palavras ditas sem rodeios, claras e precisas, iluminam as trevas que caíram sobre essas mulheres depois de terem presenciado o triste desfecho da vida do Senhor. Têm tanta força de vida essas palavras, que as mulheres que antes chegavam com medo e com tristeza, voltam com coragem e com alegria. "Elas se afastaram do túmulo prontamente com certo receio, mas ao mesmo tempo com alegria, e correram a dar a boa nova aos discípulos" (Mt 28, 8).

Não será tudo isto, ao mesmo tempo, um estímulo para que nós, homens, nos esforcemos durante a vida pela consecução da alegria, precisamente daquela alegria que, como fruto do amor juntamente com a paz, deve ser a nossa herança?



"Jesus doçura dos corações, fonte viva, luz das inteligências, superas toda alegria e todo desejo. Não há canto mais suave, harmonia mais deliciosa, pensamento mais doce do que Jesus, Filho de Deus. Jesus, esperança dos penitentes, quão piedoso para quem Te invoca! Quão bom para quem Te busca! Que serás para quem Te encontra? Não pode a língua dizer nem a pena exprimir, só quem experimentou pode saber o que seja amar Jesus! Ó Jesus, nossas vozes Te cantem, nossas vidas Te proclamem, amem-Te nossos corações, agora e para sempre. Sê, ó Jesus, nossa alegria, Tu que serás nosso prêmio; sê Tu nossa glória, sempre e por todos os séculos" (Breviário Romano).



quarta-feira, 20 de abril de 2011

O Papa pede que os católicos aprofundem na intimidade de Jesus nesta Semana Santa.

Na Audiência Geral desta quarta-feira, o Papa Bento XVI aprofundou no significado das celebrações do Santo Tríduo Pascal na Semana Santa e alentou os católicos a buscar nestes dias o recolhimento e a oração, de forma a alcançar mais profundamente essa fonte de graça. Este Tríduo, disse o Papa, está composto pelos "os três dias santos em que a Igreja faz memória do mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de JESUS".

Bento XVI explicou que "a Quinta-feira Santa é o dia em que se faz memória da instituição da Eucaristia e do Sacerdócio Ministerial.

"Na tarde da Quinta-feira Santa inicia efetivamente o Tríduo Pascal, com a memória da Última Ceia, na qual JESUS instituiu o Memorial da sua Páscoa, dando cumprimento ao rito pascal hebraico".

"Durante a Última Ceia, os Apóstolos são constituídos ministros deste Sacramento de salvação; a esses JESUS lava os pés, convidando-lhes a amar-se uns aos outros como Ele lhes tinha amado, dando a vida por eles. Repetindo esse gesto na Liturgia, também nós somos chamados a testemunhar ativamente o amor do nosso Redentor".
O Santo Padre recordou que "a Quinta-feira Santa, enfim, encerra-se com a Adoração eucarística, na recordação da agonia do SENHOR no Horto das Oliveiras. Consciente de sua morte iminente na cruz, sente uma grande tristeza".

Referindo-se à sonolência dos Apóstolos que acompanharam JESUS no Getsêmani, o Papa assinalou que "insensibilidade por DEUS: essa é a nossa verdadeira sonolência”, essa insensibilidade pela presença de DEUS “que nos torna insensíveis também para o mal". Com sua morte, o SENHOR "sente todo o sofrimento da humanidade" e ressaltou que "sua vontade está subordinada à vontade do Pai e transforma esta vontade natural em um sim à vontade de DEUS".

Em sua oração, explicou Bento XVI, JESUS transforma "a aversão natural, a aversão contra o cálice, contra a sua missão de morrer por nós; transforma essa sua vontade natural em vontade de DEUS, em um "sim" à vontade de DEUS".
"O homem por si só é tentado a opor-se à vontade de DEUS, a ter a intenção de seguir a própria vontade, de sentir-se livre somente se é autônomo; opõe a própria autonomia contra a heteronomia de seguir a vontade de DEUS. Esse é todo o drama da humanidade".

O Papa advertiu que "na verdade, essa autonomia é errada e esse entrar na vontade de DEUS não é uma oposição a si, não é uma escravidão que violenta a minha vontade, mas é entrar na verdade e no amor, no bem. E JESUS leva a nossa vontade, que se opõe à vontade de DEUS, que busca a autonomia, leva essa nossa vontade para o alto, rumo à vontade de DEUS".

No Getsêmani, disse o Papa, "podemos também ver JESUS com a angústia, com o seu sofrimento". A missão do SENHOR, continuou o Santo Padre "não era esta total indiferença e liberdade, sua missão era levar em si mesmo todo nosso sofrimento, todo o drama humano. E por isso esta humilhação do Getsêmani é essencial para a missão do Homem-Deus".


 "Ele carrega em si o nosso sofrimento, a nossa pobreza, e a transforma segundo a vontade de DEUS. E assim abre as portas do céu, abre o céu: esta tenda do Santíssimo, que até então o homem havia fechado contra DEUS, é aberta por esse seu sofrimento e obediência".

Sobre a sexta-feira Santa, Bento XVI disse que neste dia se comemora a "memória da paixão e da morte do SENHOR; adoraremos CRISTO Crucificado, participaremos nos seus sofrimentos com a penitência e o jejum".
"Lançando "o olhar àquele que foi trespassado" (cf. Jo 19,37), podemos chegar a seu coração que emana sangue e água como de uma fonte; daquele coração do qual brota o amor de DEUS por todo o homem, recebemos o seu ESPIRITO. Acompanhemos, portanto, na Sexta-feira Santa também nós JESUS que sai ao Calvário, deixemo-nos guiar por Ele até a cruz, recebamos a oferta do seu corpo imolado".

"Enfim, na noite do Sábado Santo, celebraremos a solene Vigília Pascal, na qual nos é anunciada a ressurreição de CRISTO, a sua vitória definitiva sobre a morte que nos interpela a ser n'Ele homens novos".
O Santo Padre ressaltou que "o critério que guiou cada escolha de JESUS durante toda a sua vida foi a firme vontade de amar o Pai, de ser um com o Pai, e ser-Lhe fiel".

"No reviver o santo Tríduo, disponhamo-nos a acolher também nós na nossa vida a vontade de DEUS, conscientes de que na vontade de DEUS, também se parece dura, em contraste com as nossas intenções, encontra-se o nosso verdadeiro bem, o caminho da vida".

“A Virgem Mãe nos guie nesse itinerário, e nos obtenha do seu Filho divino a graça de poder gastar a nossa vida por amor a JESUS, no serviço dos irmãos”, concluiu o Pontífice.


Vaticano, 20 Abr. 11 / 02:45 pm (ACI/EWTN Noticias)


segunda-feira, 18 de abril de 2011

Então, vindo do Céu, apareceu-Lhe um Anjo que O confortava.

No começo do ministério público de JESUS, a presença dos Santos Anjos é citada nos Evangelhos, o mesmo aconteceu no final dos três anos de pregação.

Ao iniciar a Sua Paixão no Horto das Oliveiras, quando os três apóstolos mais íntimos falharam ao convite: "Ficai aqui e vigiai Comigo" (Mt. 26, 38b), apesar do desabafo: "A Minha alma está numa tristeza de morte" (Mt. 26, 38a), e adormeceram deixando-O sozinho entregue à Sua dor, o Anjo é a única criatura que marca a sua presença confortadora: "Então, vindo do Céu, apareceu-Lhe um Anjo que O confortava" (Lc. 22,43).


Como os Santos Anjos nas horas dolorosíssimas da Paixão estavam prontos a defender o Seu Rei e Senhor da iniquidade humana, se essa fosse a vontade do Pai! O próprio Mestre não ignora esta atitude dos Seus fidelíssimos servos e dela dá testemunho quando responde a Pedro: "Julgas que não posso rogar a Meu Pai, que imediatamente Me enviaria mais de doze legiões de Anjos? Como se cumpririam então as Escrituras que dizem que tudo deve acontecer assim?" (Mt. 26, 53-54).

Se na 5ª e 6ª Feiras Santas não puderam manifestar o Seu zelo por Cristo, no Domingo de Páscoa são eles, mais uma vez, a anunciarem aos homens as maravilhas de Deus em nosso favor, tal como aconteceu na noite de Natal. No alvorecer do primeiro dia da semana "houve um grande terramoto, pois o Anjo do Senhor, descendo do Céu, aproximou-se e removeu a pedra (do sepulcro), sentando-se sobre ela. O seu aspecto era como o de um relâmpago e a sua túnica branca como a neve" (Mt. 28, 2-3). E este quem anuncia às mulheres: "Sei que buscais a Jesus crucificado. Não está aqui, pois ressuscitou, como havia dito!" (Mt. 28,5-6). Também Madalena dentro do sepulcro "viu dois Anjos vestidos de branco sentados um à cabeceira e outro aos pés onde jazera o corpo de Jesus" (Jo. 20,12), antes de ver o Senhor, a Quem buscava.

Ao terminar a Sua vida visível no meio de nós, são novamente os Anjos que declaram a todos os que presenciaram a Sua Ascensão: "Homens da Galileia, por que estais assim a olhar para o Céu? Esse Jesus que vos foi arrebatado para o Céu, virá da mesma maneira como agora O vistes partir para o Céu" (Act. 1,11).

terça-feira, 12 de abril de 2011

São Miguel Arcanjo, ajudai-nos e rogai por nós.

Esta é a verdadeira história de um "marine" (fuzileiro naval) ferido na Coréia, em 1950. Escrevendo para sua mãe, ele lhe contou sobre um encontro fascinante que teve durante a guerra. O Padre Walter Muldy, capitão da Marinha, que conversou com o fuzileiro e sua mãe, e também com o comandante da unidade militar do jovem - sempre afirmou a veracidade desta narrativa. Nós a ouvimos de uma pessoa que leu a carta original e narra à história em seus mínimos detalhes e na primeira pessoa, para melhor transmitir algo do impacto que o fato deve ter causado quando - pela primeira vez - foi contada pelo filho à sua mãe.

Querida mamãe:

Escrevo à senhora de uma cama de hospital. Mãe, estou bem. Fui ferido, mas o doutor disse que logo estarei de pé. Mas, não é sobre isso que eu preciso escrever-lhe. Algo aconteceu comigo que não ouso contar a ninguém com medo de que não acreditem. Mas, preciso contar a senhora - única pessoa em quem posso confiar, embora mesmo a senhora possa achar difícil de acreditar.
A senhora se recorda da oração a São Miguel que a senhora me ensinou a rezar, quando eu era pequeno? "Miguel, Miguel da manhã..." Antes de partir para a Coréia, a senhora recomendou com insistência que eu me lembrasse dessa oração antes de qualquer confronto com o inimigo. Mas, realmente, mãe, a senhora não precisaria me ter lembrado isso. Eu sempre a rezei e quando cheguei à Coréia, freqüentemente eu a rezava, várias vezes durante o dia, enquanto marchava ou descansava.
Bem, um dia, fomos convocados para fazer um reconhecimento em busca de Commies (NT: nome dado aos guerrilheiros comunistas). Era um dia em que fazia muito frio. Quando já havia caminhado um tanto, percebi outro soldado andando ao meu lado e eu olhei para ver quem era. Era um rapaz alto, um fuzileiro de cerca de 1,90m e constituição forte. Estranho, mas eu não o conhecia e pensei que nunca o havia visto em minha unidade. Fiquei satisfeito por ter companhia e quebrei o silencio entre nós.

- “Faz frio, hoje, não?" Comecei então a rir baixinho, porque, de repente me pareceu um absurdo conversar sobre o clima, quando estávamos avançando para enfrentar o inimigo!

Ele também riu suavemente.

-"Acho que conheço todo mundo em minha unidade", continuei, "mas nunca o vi antes".
- "Não", ele concordou. "Eu acabo de chegar, meu nome é Miguel!"
- "Verdade? É meu nome também".
- "Eu sei" - disse o fuzileiro. "Miguel, Miguel da manhã..."

Mamãe; fiquei realmente surpreso que ele soubesse assim minha oração, mas eu havia falado dela a tantos rapazes, que supus que o recém-chegado ouvira falar disso através de algum deles. Na verdade, isso se tornara tão conhecido, que alguns de meus companheiros me chamavam de "São Miguel".
Então, de repente, Miguel disse:

- "Vamos encontrar problemas à frente".
Surpreendi-me, pois não podia perceber como ele sabia disso. Eu respirava fortemente, por causa da marcha e meu hálito enchia o ar frio com densas nuvens de neblina. Miguel parecia estar em ótima forma, porque eu não percebera sua respiração, até então. Nesse momento, começou a nevar tão fortemente, que logo não mais pude ouvir ou ver o restante da minha unidade. Fiquei um pouco assustado e gritei:

- "Miguel!"
Senti, então, sua forte mão em meu ombro e ouvi sua voz:
- "Vai clarear logo".

De repente, a nevasca parou. E então, a uma pequena distância de nós, assustadoramente reais, estavam sete Commies, eu diria quase cômicos com seus chapéus típicos. Mas não havia nenhuma graça em suas atitudes: suas armas estavam engatilhadas e apontadas exatamente em nossa direção.

- "Para baixo, Miguel", gritei, e mergulhei para me proteger.

No chão, olhei para cima e vi Miguel ainda em pé, paralisado, e achei que era por medo, como julguei naquele momento. Balas espocavam de todos os lados e, mamãe, não havia lugar que os comunistas não atingissem a tão curta distância.
Pulei para fazê-lo deitar-se e foi então que fui ferido. Senti a dor como uma forte queimadura em meu peito e desmaiei. Enquanto ia perdendo os sentidos, ainda me recordo que pensei: "devo estar morrendo". Alguém estava me erguendo, braço forte me seguravam e me colocavam, com cuidado, sobre a neve. Apesar do choque, abri os olhos e o sol pareceu penetrar neles. Miguel ainda estava em pé e havia um enorme clarão em sua face. De repente, abrasou-se como o sol, um resplendor o rodeava intensamente, como as asas de um anjo. Quando perdi a consciência, ainda vi que Miguel segurava uma espada em sua mão e que ela faiscava como milhares de luzes.
Mais tarde, quando recobrei os sentidos, meus companheiros vieram me ver, com o sargento.

- "Como você fez isso, filho?" – ele me perguntou.
- "Onde está Miguel?" O sargento pareceu intrigado.
- "Miguel, o fuzileiro alto, que andou comigo até o último momento. Eu o vi, quando desmaiei"
- "Filho - o sargento disse gravemente - você é o único Miguel em minha unidade. Posso pesquisar entre todos os demais soldados, mas só há um Miguel - você. E, filho, você não estava caminhando com ninguém. Eu o observava, porque você se distanciou muito de nos, e fiquei preocupado. Agora, conte-me, como você fez isso?"
Era a segunda vez que me fazia essa pergunta, e eu me irritei.

- "O que eu fiz?"
- "Como você matou aqueles sete guerrilheiros comunistas?"
- "O quê?"
- "Vamos, filho, eles estavam estendidos ao seu redor, cada um morto por um golpe de espada".
Este, mamãe, é o fim de minha história. Pode ter sido o ferimento, o clarão. Do sol ou o frio. Eu não sei mamãe, mas de uma coisa estou certo: ISTO ACONTECEU! ...


(Traduzido de: Crusade – Nov/dez - 2002. Tradução com pequenas alterações para adaptar ao português).
Fonte: Retirado do "O Desbravador" - Janeiro de 2004

domingo, 10 de abril de 2011

Quaresma

Nesta última semana da Quaresma, devemos aproveitar para fazer um exame de consciência bem minucioso, com vontade de recomeçar nossa caminhada, com vontade de deixar nossos pequenos vícios ou hábitos, olhar para JESUS e deixar que Ele nos olhe do alto da Cruz e poder sentir no mais profundo do nosso coração: " Foi por VOCÊ... por AMOR a você que Eu sofri na CRUZ."
Peça aos seu Santo Anjo da Guarda que o ajude a lembrar-se de todas as faltas e por amor, por amor a DEUS, faça a sua Páscoa.



Os Anjos servem a Jesus no deserto (cf. Mt 4,11) e o confortam na agonia (cf. Lc 22,43), anunciam às mulheres que se dirigiram ao túmulo de Cristo que ele "ressuscitou" (cf. Mc 16,1-8) e intervêm também na ascensão, para revelar aos discípulos o sentido dela e para anunciar que "Jesus [...] virá assim, do mesmo modo como o vistes partir para o céu" (At 1,11).Os fiéis reconhecem a importância da advertência de Jesus para não desprezar um só dos pequeninos que crêem nele, "os seus anjos, no céu, contemplam sem cessar a face do meu Pai que está nos céus" (Mt 18,10), e da consoladora palavra segundo a qual "haverá alegria entre os Anjos de Deus por um só pecador que se converte" (Lc 15,10). Enfim, eles sabem que "quando o Filho do Homem vier em sua glória, acompanhado de todos os anjos, ele se assentará em seu trono glorioso" (Mt 25,31) para julgar os vivos e os mortos e dar cumprimento à história.

Uma santa Quaresma.