Em união com todos os Santos Anjos

"Sanctus, Sanctus, Sanctus. Dóminus, Deus Sábaoth Pleni sunt caeli et terra Glória tua. Hosánna in excélsis. Benedíctus, qui venit In nómine Dómini, Hosánna in excélsis.

domingo, 8 de junho de 2014

POR QUE NECESSITAMOS DO ESPÍRITO SANTO?

Como o corpo natural do homem permaneceria inativo se lhe faltassem os estímulos necessários para as suas funções: os olhos, se não há luz ou não é dia, nada podem fazer; os ouvidos, caso não haja vozes ou sons, não cumprem seu ofício; o olfato, se não sente nenhum odor, para nada serve; não porque percam a sua capacidade natural por falta de estímulo para agir - assim é a alma humana: se não recebe pela fé o Dom que é o ESPÍRITO, tem certamente uma natureza capaz de conhecer a DEUS, mas falta-lhe a luz para chegar a esse conhecimento.

Este Dom de CRISTO está inteiramente à disposição de todos e encontra-se em toda parte; mas é dado na medida do desejo e dos méritos de cada um. Ele está conosco até o fim do mundo; ele é o Consolador no tempo da nossa espera; ele, pela atividade dos seus dons, é o penhor da nossa esperança futura; ele é a luz do nosso espírito; ele é o esplendor das nossas almas.

Do Tratado Sobre a Trindade, de Santo Hilário

Foto: POR QUE NECESSITAMOS DO ESPÍRITO SANTO?
 
          Como o corpo natural do homem permaneceria inativo se lhe faltassem os estímulos necessários para as suas funções: os olhos, se não há luz ou não é dia, nada podem fazer; os ouvidos, caso não haja vozes ou sons, não cumprem seu ofício; o olfato, se não sente nenhum odor, para nada serve; não porque percam a sua capacidade natural por falta de estímulo para agir - assim é a alma humana: se não recebe pela fé o Dom que é o ESPÍRITO, tem certamente uma natureza capaz de conhecer a DEUS, mas falta-lhe a luz para chegar a esse conhecimento.

        Este Dom de CRISTO está inteiramente à disposição de todos e encontra-se em toda parte; mas é dado na medida do desejo e dos méritos de cada um. Ele está conosco até o fim do mundo; ele é o Consolador no tempo da nossa espera; ele, pela atividade dos seus dons, é o penhor da nossa esperança futura; ele é a luz do nosso espírito; ele é o esplendor das nossas almas.

Do Tratado Sobre a Trindade, de Santo Hilário