Em união com todos os Santos Anjos

"Sanctus, Sanctus, Sanctus. Dóminus, Deus Sábaoth Pleni sunt caeli et terra Glória tua. Hosánna in excélsis. Benedíctus, qui venit In nómine Dómini, Hosánna in excélsis.

Blog Santo Anjo da Guarda

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domingo, 9 de março de 2014

EU CONHEÇO A OBRA DOS SANTOS ANJOS

Ano de 1991, em São Paulo.



Já estava tarde quando voltávamos de uma viagem, eu e meu irmão pela Dutra. Fomos parados por um guarda rodoviário que controlava os documentos, junto a um dos vários Postos oficiais. Como tinha esquecido os documentos em casa, o guarda resolveu prender o carro.
Em meio desta situação difícil lembrei-me dos Santos Anjos da Guarda e logo disse ao meu irmão que deveríamos rezar muito com os Anjos da Guarda a fim de conseguir a liberação do carro, o mais breve possível. E assim fizemos... sentados no carro, recitando um "Santo" após outro. Em meio a nossa ininterrupta oração, veio-me à mente a idéia de ligar para casa, pedindo que trouxessem os documentos para nós. E assim o fiz: saí do carro e dirigi-me para o telefone que havia ali perto. Enquanto ligava, o guarda chamou meu irmão junto ao local da paragem dos automóveis e este, por sua vez, gritava-me para que eu pudesse ir ao seu encontro.
Chegado ali, ouvimos com tal admiração da boca do policial que podíamos continuar a viagem sem maiores problemas. Perguntado como isto seria possível, o guarda apontou mostrando-nos um carro que estava um pouco mais adiante na pista e disse-nos que o passageiro que lá estava era um alto oficial militar que nos conhecia e mandou que nos liberassem imediatamente.


Surpreendidos como estávamos, meu irmão saiu ao encontro deste senhor que afirmava nos conhecer. Junto com este encontravam-se também alguns soldados militares. Inclinou-se para dentro do carro oficial para agradecer-lhe: "Deus lhe pague em nos ajudar. O senhor mandou que nos liberassem!!!" E, com justificada curiosidade, perguntou a este alto oficial se talvez conheceria alguém da nossa família. - "Eu conheço a Obra dos Santos Anjos"- respondeu sorridente, este homem que nunca antes tínhamos visto, e logo depois foi-se embora.
Agora contávamos com vários sentimentos, perplexos, mas alegres; com a certeza da ajuda tão perceptível dos nossos bons Anjos.


Gostaria de acrescentar mais uma detalhe curioso: o nosso carro não poderia ter sido visto pelo oficial que nos ajudou, pois vinha do outro lado da pista, ou seja, da outra direção da Dutra e, além do mais, já estava escuro. Se fossem homens, não teriam visto nada. Mas o que é impossível para nós homens, para os Santos Anjos não constitui nenhuma dificuldade.

Louvado seja DEUS!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Santo do dia


SÃO LUDANO, peregrino - 12 de fevereiro (1202 †-França) era filho do Príncipe Hildeboldo, ele deixou a Escócia para dedicar-se ao serviço dos doentes e construir hospitais e orfanatos. Em suas peregrinações, ele viajou,  Media Europa de Santiago para Roma e Jerusalém. No retorno da peregrinação a Roma, morreu, dia 12 de fevereiro de 1202 em Nordhouse, a poucos quilômetros da Igreja de São Jorge, na Alsácia, França. 



Segundo a tradição, era filho do príncipe Ludano Hildebold . Ele deixou a Escócia para dedicar-se ao serviço dos hospitais e orfanatos doentes e têm construído. Em suas peregrinações, viajou pela Europa a partir de Santiago via Roma e Jerusalém.
Sua morte, conta a tradição oral, no retorno desta longa peregrinação, encontrava-se exausto debaixo de uma árvore de tília, não muito longe da aldeia Nartz (hoje Nordhouse) e morre. Um retrato do século XVIII existente no coro da igreja de San Ludano explica a lenda.  Um Anjo desceu do céu e deu-lhe o Santo Viático , o corpo de Cristo ressuscitado e, em seguida, os sinos das igrejas das proximidades começaram a se mover a tocar, o sino da morte. Os moradores vieram em multidões para cercar o corpo.
Os padres das duas paróquias existentes, em Nordhouse: San Martin e San Miguel, disputaram o direito de enterrá-lo. O abade da abadia de Ebersmunster aconselhou amarrar o corpo em uma carroça puxada por um cavalo, e onde o cavalo parasse ali ficaria o túmulo. O cavalo parou em Scheerkirche às margens do rio de mesmo nome, o lugar é agora conhecido como São Lucian.
Seu túmulo tornou-se um lugar de peregrinação ainda visitado.

Fonte: Wikipédia


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

COMO DEVO VIVER O TEMPO DO ADVENTO?


 
Caros filhos, eis chegado o tempo tão importante e solene que, conforme diz o Espírito Santo, é o momento favorável, o dia da salvação (cf. 2Cor 6,2), da paz e da reconciliação.

É o tempo... celebrado sempre com solenidade pela Igreja, e que também deve ser constantemente vivido com fervor, louvando e agradecendo ao Pai eterno pela misericórdia que nos revelou nesse mistério.

Em seu imenso amor por nós, pecadores, o Pai enviou seu Filho único a fim de libertar-nos da tirania e do poder do demônio, convidar-nos para o céu, revelar-nos os mistérios do seu reino celeste, mostrar-nos a luz da verdade, ensinar-nos a honestidade dos costumes, comunicar-nos os germes das virtudes, enriquecer-nos com os tesouros da sua graça e, enfim, adotar-nos como seus filhos e herdeiros da vida eterna.

Celebrando cada ano este mistério, a Igreja nos exorta a renovar continuamente a lembrança de tão grande amor de Deus para conosco. Ensina-nos também que a vinda de Cristo não foi proveitosa apenas para os seus contemporâneos, mas que a sua eficácia é comunicada a todos nós se, mediante a fé e os sacramentos, quisermos receber a graça que ele nos prometeu, e orientar nossa vida de acordo com os seus ensinamentos.

A Igreja deseja ainda ardentemente fazer-nos compreender que o Cristo, assim como veio uma só vez a este mundo, revestido da nossa carne, também está disposto a vir de novo, a qualquer momento, para habitar espiritualmente em nossos corações com a profusão de suas graças, se não opusermos resistência.

Por isso, a Igreja, como mãe amantíssima e cheia de zelo pela nossa salvação, nos ensina durante este tempo, com diversas celebrações, com hinos, cânticos e outras palavras do Espírito Santo, como receber convenientemente e de coração agradecido este imenso benefício e a enriquecer-nos com seus frutos, de modo que nos preparemos para a chegada de Cristo nosso Senhor com tanta solicitude como se ele estivesse para vir novamente ao mundo.

É com esta diligência e esperança que os patriarcas do Antigo Testamento nos ensinaram, tanto em palavras como em exemplos, a preparar a sua vinda.

De uma carta de São Carlos Borromeu.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

“Jesus, Tu és prisioneiro no tabernáculo como eu sou na minha cama, assim fazemos companhia um ao outro”. Beata Alexandrina Maria



Beata Alexandrina Maria da Costa
(13 de Outubro)

Alexandrina Maria nasceu em Balasar (Portugal) no dia 30 de março de 1904, aos 14 anos não hesitou em jogar-se pela janela para fugir de três homens que ameaçavam a sua pureza. As consequências foram terríveis, mas não imediatas; depois de alguns anos, ela foi obrigada a ficar em cama por causa de uma paralisia que foi agravando-se durante os trinta anos que lhe restou de vida. Ela não se desesperou e abandonou-se nas mãos de Jesus com essas palavras: “Jesus, Tu és prisioneiro no tabernáculo como eu sou na minha cama, assim fazemos companhia um ao outro”. 


Em seguida começou a ter experiências místicas cada vez mais fortes que começavam numa sexta-feira, 3 de outubro de 1938 e terminavam no dia 24 de março de 1942. Experimentou 182 vezes, todas as sextas-feiras, os sofrimentos da Paixão e desde 1942 até o dia da sua morte, Alexandrina alimentou-se unicamente da Eucaristia por mais de treze anos.

Depois dos dez longos anos de paralisia que ela havia oferecido para a reparação Eucarística e para a conversão dos pecadores, no dia 30 de julho de 1935 Jesus apareceu-lhe e lhe disse: “Eu te coloquei no mundo para que vivas somente de Mim, para testemunhar ao mundo o valor da Eucaristia (...) A cadeia mais forte que acorrenta as almas a Satanás é a carne, é a impureza. Nunca se viu antes uma expansão
de vícios, de maldades e crimes como hoje! Nunca se pecou tanto (...) A Eucaristia, o meu Corpo e o Meu Sangue! A Eucaristia: eis a salvação do mundo".

Também a Virgem Maria apareceu-lhe no dia 2 de setembro de 1949 com um terço na mão, dizendo: “O mundo agoniza e morre no pecado. Quero oração, quero penitência. Protege com o meu terço aos que amas e a todo o mundo”. No dia 13 de outubro de 1955, aniversário da última aparição de Nossa Senhora de Fátima, Alexandrina exclamou: “Sou feliz porque vou ao Céu”. Às 19:30 h desse mesmo dia expirou.

Conhecida como a "Santinha de Balasar", Alexandrina foi beatificada pelo Papa João Paulo II, a 25 de Abril de 2004. A cura milagrosa de uma devota emigrada na França serviu para concluir o seu processo de Beatificação. Balasar, atualmente, é o segundo local de maior peregrinação em Portugal (o primeiro local é Fátima).

Beata Alexandrina Maria da Costa, rogai por nós!