Em união com todos os Santos Anjos

"Sanctus, Sanctus, Sanctus. Dóminus, Deus Sábaoth Pleni sunt caeli et terra Glória tua. Hosánna in excélsis. Benedíctus, qui venit In nómine Dómini, Hosánna in excélsis.

domingo, 15 de setembro de 2013

Posso nomear o Anjo da Guarda


Na Sagrada Escritura receber e dar a conhecer o Nome é uma realidade pessoal muito profunda. Trata-se da vida de uma pessoa e sua missão. Revelar o nome é entrar em relação pessoal com aquele a quem se revela.
Muitas pessoas têm o desejo de nomear o seu Anjo da Guarda, também muitos santos o fizeram. Então é possível fazer isso? Sim. Mas de que forma? 


Quando tratamos de pessoas como os Santos Anjos, devemos levar em consideração duas coisas principalmente: a grande dignidade que essas Pessoas possuem. Depois é necessário ter em conta as diretrizes da Igreja a respeito do assunto.


Se para nomear o Santo Anjo da Guarda deve-se ter em conta a grande dignidade de sua Pessoa, então nomes como Anjinho, amiguinho, Zezinho, Joãozinho, etc. não correspondem à dignidade Angélica. Na verdade NENHUM NOME PESSOAL PRÓPRIO. É a norma da Igreja: “DEVE-SE REPROVAR TAMBÉM O USO DE DAR AOS ANJOS NOMES PARTICULARES, exceto Miguel, Gabriel e Rafael, que estão contidos na Escritura” (Dir. sobre a piedade popular e liturgia, 217).

Então como posso nomeá-lo sem dar-lhe um nome próprio? Aqui nos ajuda o exemplo dos santos. Eles se serviram do próprio nome genérico “Anjo, ou Santo Anjo”, ou de algum outro atributo de seus Anjos da Guarda para criar uma maneira pessoal e íntima de nomeá-los. Vejamos alguns exemplos:

São Padre Pio: Amigo de minha infância.
Santa Teresinha: Glorioso Guardião.
Santa Hildegardis de Bingen: Príncipe de Honra.
São Gregório: Anjo Celestial
Cecy Cony: (de “Vi o meu Anjo”) Novo Amigo.

Desta forma simples, os santos os chamavam à maneira de filhos às suas mães. Ninguém chama a sua mãe pelo nome próprio, mas pelo seu nome de honra: “Mãe”. Assim nós devemos nesta terra conviver com os nossos Santos Anjos!