Em união com todos os Santos Anjos

"Sanctus, Sanctus, Sanctus. Dóminus, Deus Sábaoth Pleni sunt caeli et terra Glória tua. Hosánna in excélsis. Benedíctus, qui venit In nómine Dómini, Hosánna in excélsis.

Blog Santo Anjo da Guarda

domingo, 10 de março de 2013

São José, rogai por nós.

“Eis que o Anjo do Senhor manifestou-se a ele em sonho, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, pois o que nela foi gerado vem do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e tu o chamarás com o nome de Jesus, pois ele salvará o 
seu povo dos seus pecados”
 (Mt 1, 20.21). 




Genealogia de Jesus Cristo, filho de David, filho de Abraão: Abraão gerou Isaac; Isaac gerou Jacob; Jacob gerou Judá e seus irmãos; Judá gerou, de Tamar, Peres e Zera; Peres gerou Hesron; Hesron gerou Rame; Rame gerou Aminadab; Aminadab gerou Nachon; Nachon gerou Salmon; Salmon gerou, de Raab, Booz; Booz gerou, de Rute, Obed; Obed gerou Jessé; Jessé gerou o rei David. David, da mulher de Urias, gerou Salomão; Salomão gerou Roboão; Roboão gerou Abias; Abias gerou Asa; Asa gerou Josafat; Josafat gerou Jorão; Jorão gerou Uzias; Uzias gerou Jotam; Jotam gerou Acaz; Acaz gerou Ezequias; Ezequias gerou Manassés; Manassés gerou Amon; Amon gerou Josias; Josias gerou Jeconias e seus irmãos, na época da deportação para Babilonia. Depois da deportação para Babilônia, Jeconias gerou Salatiel; Salatiel gerou Zorobabel; Zorobabel gerou Abiud. Abiud gerou Eliaquim; Eliaquim gerou Azur; Azur gerou Sadoc; Sadoc gerou Aquim; Aquim gerou Eliud; Eliud gerou Eleázar; Eleázar gerou Matan; Matan gerou Jacob. Jacob gerou José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que se chama Cristo. Assim, o número total das gerações é, desde Abraão até David, catorze; de David até ao exílio da Babilônia, catorze; e, desde o exílio da Babilônia até Cristo, catorze. 

Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava desposada com José; antes de coabitarem, notou-se que tinha concebido pelo poder do Espírito Santo. José, seu esposo, que era um homem justo e não queria difamá-la, resolveu deixá-la secretamente. Andando ele a pensar nisto, eis que o anjo do Senhor lhe apareceu em sonhos e lhe disse: 

"José, filho de David, não temas receber Maria, tua esposa, pois o que ela concebeu é obra do 
Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, ao qual darás o nome de Jesus, porque Ele salvará o 
povo dos seus pecados."

 Tudo isto aconteceu para se cumprir o que o Senhor tinha dito pelo profeta: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho; e hão-de chamá lo Emanuel, que quer dizer: Deus connosco.

                                                   Evangelho segundo S. Mateus 1,1-17. – cf. Lc 3,32-38 


"José, o esposo de Maria, era justo e não queria denunciá-la; decidiu então deixá-la secretamente" (Mt 1,19). Porque era justo, não a queria desonrar. Não teria sido justo se se tivesse feito seu cúmplice depois de a ter considerado culpada nem se, reconhecendo a sua inocência, a tivesse condenado. Por isso, tomou a decisão de a deixar secretamente. Mas porquê deixá-la? Pela mesma razão (dizem os Padres da Igreja) que incitava Pedro a empurrar Jesus dizendo-lhe: "Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador!" (Lc 5,8) Tal como o centurião lhe fechava a porta dizendo: "Senhor, eu não sou digno de que entres na minha casa!" (Mt 8,8)
José, que se via pecador, achava que era indigno de conservar mais tempo em sua casa uma mulher cuja excelência e superioridade lhe inspiravam temor. Via-a trazer em si a marca induvidável da presença divina; incapaz de compreender o mistério, queria deixá-la. S. Pedro temia a omnipotência divina, o centurião ficou aterrorizado pela presença da majestade de Cristo. José, como homem que era, foi tomado de temor perante um milagre tão inesperado e um mistério tão impenetrável; era por isso que, em segredo, pensava deixar Maria.
Não vos espanteis de ver José julgar-se indigno de viver ao lado da Virgem grávida: Santa Isabel também não pôde suportar a sua presença sem ficar tomada de temor e de respeito. "Como pode ser que a Mãe do meu Senhor venha até mim?" (Lc 1,43)
Porquê deixá-la em segredo? Para que não procurassem a causa da sua separação e não viessem exigir explicações. Que teria podido responder este justo a pessoas sempre prontas a contestar? Se tivesse revelado os seus pensamentos, se se afirmasse convencido da pureza da sua noiva, essas pessoas cépticas teriam escarnecido dele e lapidado Maria. José teve pois razão, ele que não queria nem mentir nem difamar. Mas o anjo disse-lhe: "Não temas! O que ela concebeu é obra do Espírito!"



quinta-feira, 7 de março de 2013

O Anjo que confortou o Senhor


O SERVIÇO DOS ANJOS

Jesus não veio para ser servido, mas para servir, embora os Anjos O servissem depois das tentações (cf Mt 4,11, Mc 1, 12).
No deserto, Ele não fez milagres para si mesmo, e, ao mesmo tempo, rejeitou energicamente Satanás, quando este tentou sugerir-Lhe o poder de fazer milagres, apelando até à providencial proteção angélica (cf Mt 4,6). E também no Monte das Oliveiras agiu de maneira semelhante. Tentado novamente pelo diabo, não pediu que o Pai Lhe enviasse mais de doze legiões de Anjos. Antes, reservou este ministério angélico para a Sua Igreja. Não obstante, a Bíblia não nos impede de imaginar, que em Sua vida, o Senhor teve uma relação estreita com os Anjos.
Os Anjos de Deus, que Jacó no Antigo Testamento viu subindo e descendo pela escada (Gn 28,12), agora de fato estão "subindo e descendo sobre o Filho do Homem" (Jo 1,51). A escada do céu, que, segundo os Padres da Igreja, prefigurava o mistério da encarnação, contém também o mistério da Paixão de Jesus, porque somente Ele podia abrir novamente o céu.

A ORAÇÃO DE JESUS

Quando o Senhor começou a Sua Paixão no Monte das Oliveiras, rezou fervorosamente.
O Pai celeste respondeu a oração de Jesus enviando-Lhe um Anjo. Jesus aludiu à possível ajuda dos Anjos, frente uma inútil ajuda humana: "Ou pensas tu que eu não poderia apelar para o Meu Pai, para que Ele pusesse à Minha disposição, agora mesmo, mais de doze legiões de Anjos?" (Mt 26,53). Mas o Senhor preferiu renunciar a uma intervenção com caráter de milagre, que teria desviado a Sua missão. Pelo contrário, Jesus quis oferecer à humanidade o testemunho do amor supremo.
O espírito do mal, que tentara o Cristo no deserto, aproximou-se tenebroso, entre os troncos das oliveiras. O tentador no Getsêmani fora até mais insinuante do que no deserto. O Senhor, porém, exprime toda a Sua dor num grito agudo, infinito: "Meu Pai, Meu Pai, se quiserdes afastar de Mim este cálice... porém, seja feita não a Minha, mas a Tua vontade". E o grito e o pranto elevam-se até ferir o Coração do Pai. E o Filho é escutado pela Sua piedade: "Apresentou pedidos e súplicas, com veemente clamor e lágrimas, Àquele que O podia salvar da morte; e foi atendido por causa da Sua submissão" (Hb 5,7). "Apareceu-lhe um Anjo do céu, que O confortava" (Lc 22,43). Era a resposta do Pai.
O Anjo veio confortar Jesus. Não foram os homens, pois os Apóstolos, mesmo sendo convidados por Jesus para vigiar, adormeceram. Por isso só restava o Anjo. E entre as asas do Anjo, Jesus vislumbrava o mundo novo, a humanidade renovada pelo padecimento dessa noite, o Reino dos Céus vitorioso sobre o reino de Satanás.
Para o Anjo foi também uma experiência nova, ver o Senhor tão fraco, tão esmagado no chão, no meio de tantas trevas, abandonado por todos os Seus mais íntimos amigos. E ele, como Anjo, criatura desta Pessoa tão mergulhada no sofrimento , certamente não esqueceu aquilo que viu. Pode-se imaginar muito bem que foi uma experiência que marcou profundamente toda a sua existência angelical, e certamente a todos os Anjos que assistiram à Paixão do Senhor.
O envio do Anjo nos mostra também em que luta o Senhor estava envolvido. Porque depois do sofrimento no Horto, quando chegaram os soldados para prendê-l'O, Ele disse: "Esta é a vossa hora e o poder das trevas" (Lc 22,53). O aparecimento do Anjo mostra-nos que agora é a decisão da luta entre os Anjos bons e os anjos maus, os demônios, esta luta que começou na provação dos Anjos, e na qual os anjos caídos perderam seu lugar nos céus. Jesus avisou antes da Sua Paixão: "agora é o julgamento desde mundo, será lançado fora o príncipe deste mundo" (Jo 12,31). Quer dizer que Ele lançará fora o diabo.

CONSOLEMOS A JESUS

O episódio do Anjo do Getsêmani ofereceu freqüentemente, no passado, um ponto de partida para piedosas meditações para Horas Santas, de maneira que os devotos se tornaram 'anjos de conforto' para Jesus na Eucaristia, em reparação pelo abandono, pelas ofensas e pelos sacrilégios cometidos por muitos, como podemos ler no seguinte exemplo: "Jesus está só no Getsêmani; só é também Jesus no Sacramento do amor. Foi o Céu porém, que resolveu confortar o Divino Coração em Sua solidão, dor e tristeza. Quando no entanto, no Getsêmani, a violência da agonia foi tal, que a humanidade do Redentor esteve prestes a sucumbir, então um Anjo desceu para conforta-l'O... Jesus levanta os olhos e vê o Mensageiro de Seu Pai... já não está sozinho". No Getsêmani, um Anjo quebra a solidão do Mártir Divino, e, no Tabernáculo, quem desce para confortar Jesus? "Formações numerosas daqueles bem-aventurados espíritos", escreve São João Crisóstomo, "estão com as asas abertas diante do Tabernáculo, em adoração perpétua, e Jesus pede a Seus amigos ... Permanecei aqui e vigiai coMigo."
A piedade popular gosta de associar os Anjos à Paixão do Senhor: ora os vê recolhendo cada gota do Sangue derramado ao longo da Via Sacra, ora lhes atribui sentimentos de humana compaixão. Peçamos, pois, a estes Anjos, que nos preservem da indiferença diante do sofrimento do Senhor. A Paixão de Jesus não é algo para ser recordado de vez em quando, mas algo que marca profundamente a nossa vida, nosso ser e agir. Quantas vezes na história da Igreja ocorreu que, de um lado, os discípulos de Jesus estavam dormindo, enquanto os Seus inimigos realizavam zelosamente os planos mais perversos?

Os Anjos não compreenderam o mistério que se estava realizando com o seu Rei, mas agora convocam os fiéis para a veneração da Paixão: "Os exércitos dos Anjos rodeiam e veneram a gloriosa cruz, com santo temor, e eles convocam a todos os fiéis para a veneração. Todos vocês, que agora se tornaram brilhantes, pela prática do jejum, prostrai-vos com alegria e temor diante Dele e clamai: 'Seja bendita, ó Cruz preciosa, proteção do mundo'" (Liturgia ortodoxa do 3º Domingo da Quaresma).

quarta-feira, 6 de março de 2013

A ajuda angelical no Tempo da Quaresma


VIVER O MISTÉRIO PASCAL


A Igreja está em peregrinação. Durante o tempo da Quaresma percebemos mais vivamente esta peregrinação, que é o tempo de passagem da Igreja através do deserto. É um tempo de luta contra certas tentações, com a finalidade de tornar-nos mais fortes. No sentido espiritual podemos interpretar o "deserto" como o lugar de silêncio, onde experimentamos uma transformação como:

1) um desapegar-se de si mesmo para chegar ao autodomínio,
2) um esforçar-se para chegar à liberdade, serenidade e à vitória sobre os vícios,
3) um abrir-se para Deus, a Quem procuramos escutar na oração.

O povo de Israel foi transformado durante a sua caminhada no deserto. Durante os 400 anos que o povo viveu na escravidão, embora com comida em abundância, não recebeu nem uma mínima parte das comunicações que Deus lhes concedeu durante os 40 anos no deserto. A religiosidade do povo se formou precisamente ali, na austeridade, não obstante, na companhia dos Anjos, e também foi neste lugar que os Israelitas comeram o Pão dos Anjos. Também nós podemos contar com a ajuda angelical durante o tempo da Quaresma. Isto podemos verificar na Bíblia, por exemplo, quando o profeta Elias, perseguido e desanimado, querendo morrer no deserto, experimentou a ajuda do Anjo do Senhor. O socorro oferecido (cf 1 Rs 19,1-8) lhe permitiu retomar força e coragem para continuar o longo caminho até o monte de Deus.
O mesmo deve ter acontecido com Jesus. Os Santos Anjos estavam ali com Ele no deserto, quando estava esgotado pelo jejum de "quarenta dias e quarenta noites" e pelos assaltos do diabo, que por fim O deixou: "até o tempo oportuno" (Lc 4,13) , o que, segundo os Padres da Igreja, seriam as horas no Monte das Oliveiras.


cumsanctisangelis.blogspot.com

terça-feira, 5 de março de 2013

Unidos pelo Conclave


Gente, olha só que legal!!! Nesse site estão fazendo ramalhetes espirituais para presentear cada um dos cardeais eleitores! Você se cadastra e é apresentado um cardeal eleitor para que você possa interceder por ele até o início do conclave!

http://www.1conclave.com/




História do Santo Anjo

Queria compartilhar com vocês o que eu acredito  ser uma história de proteção, dos nossos anjos da guarda. Hoje, meu marido, meu filho e alguns amigos estavam trabalhando em um grande  galpão no quintal. Eu estava rezando para seus anjos da guarda, durante o dia para a sua segurança, devido aos possíveis perigos que  presentes no projeto de construção. Eu mesmo mencionei casualmente para todos a rezarem para os seus anjos, também.
Depois de seis horas ou mais, a minha filha mais nova, Catarina, entrou em casa  para informar que a "perna de Kevin quase foi serrado!" Meu marido estava usando uma serra circular para cortar uma grande folha de madeira. Kevin Jr. estava muito perto, e o meu marido é claro gritou para ele sair. Mas antes de sair, a serra já havia cortado sua calça e sua roupa de baixo. Milagrosamente, sua pele estava intacta! Eu imediatamente acreditei na intercessão celestial. Alguns podem pensar que foi só por um triz, mas acho que nossos ajudantes celestiais o protegeu de uma lesão. Obrigado Santos Anjos! Atenciosamente, Chris P.
(Nota:. Ambos Kevin Jr. e sua mãe, Chris, são consagrados a seus Anjos da Guarda)

Fonte:
http://opusangelorum.org/angel_stories/angel_stories_front.htm

domingo, 3 de março de 2013

História do Santo Anjo



Um advogado de Fano, Itália estava regressando à sua casa em Bolonha. Ele estava dirigindo seu veículo que era modelo Fiat 1100. No carro encontravam-se sua mulher e seus dois filhos. Num certo momento, sentindo-se cansado, o advogado foi substituído no volante pelo seu filho mais velho, Guido, o qual se encontrava dormindo. Após alguns quilômetros perto de San Lázaro, também o filho dormiu. Quando acordou deu-se conta que se encontrava a um par de quilômetros do povoado de Imola. Assustado ele gritou: - "Quem havia dirigido o carro" Tinha-lhes acontecido algo... Não - responderam todos. O filho mais velho despertou e disse que havia dormido profundamente.
A mulher e o filho mais novo, incrédulo e maravilhado, disseram haver percebido um modo de dirigir o carro diferente do usual: às vezes o carro esteve a ponto de se chocar com outros veículos, porém na última hora, não acontecia devido a manobras perfeitas. Também a maneira de fazer as curvas era diferente. "Sobre tudo" disse a mulher não colidimos pelo fato de vocês estarem dormindo o tempo todo, não respondendo as nossas perguntas. Disse o marido: "Eu não pude contestar porque adormeci". Entretanto quem tinha conduzido o automóvel? Que havia impedido os acidentes?... Alguns meses depois o advogado foi a San Giovanni Rotondo e o Padre Pio quando o viu, apoiando sua mão no ombro dele, disse: "Tu ficastes dormindo e o Anjo da Guarda conduziu o veículo". O mistério foi revelado.

sábado, 2 de março de 2013

Oração


"Anjo do Senhor - que por ordem da piedosa providência Divina, sois meu guardião - guardai-me neste dia (tarde ou noite) iluminai meu entendimento; dirigi meus afetos; governai meus sentimentos para que eu jamais ofenda ao Deus e Senhor. Amém."