Em união com todos os Santos Anjos

"Sanctus, Sanctus, Sanctus. Dóminus, Deus Sábaoth Pleni sunt caeli et terra Glória tua. Hosánna in excélsis. Benedíctus, qui venit In nómine Dómini, Hosánna in excélsis.

Blog Santo Anjo da Guarda

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

SANTA TEREZINHA FALA SOBRE A “INVEJA” DOS SANTOS ANJOS!




Santa Teresinha tinha consciência da diferença entre Anjo e homem. Pensar-se-ia que ela teria inveja dos Anjos, mas é o contrário! Ela tinha entendido a grandeza da Encarnação. "Quando vejo o Eterno envolvido em paninhos e ouço o fraco choro desse Verbo divino, ó Mãe querida, não invejo mais os Anjos, porquanto o Onipotente é meu amado Irmão! ..." (Poesia 54: "Porque eu te amo, Maria").

Também os Anjos compreendem profundamente o alcance da Encarnação e teriam, se fosse possível, inveja de nós pobres criaturas de carne e sangue. Num teatro natalino, no qual ela dá nomes aos Anjos conforme suas tarefas em relação a Cristo - por exemplo, o Anjo do Menino Jesus, o Anjo da Sagrada Face, o Anjo da Eucaristia - ela coloca na boca do Anjo do Juízo Final o canto: "Diante de Ti, doce Criança, o Querubim se inclina! Admira, espantado, Teu inefável amor. Quer, como Tu, sobre a sombria colina poder um dia morrer!" Então todos os Anjos cantam o estribilho: "Como é imensa a alegria da humilde criatura. Nos seus arrebatamentos os Serafins desejam deixar, ó Jesus, a angélica natureza, e fazer-se criança!" (Os Anjos no presépio, cena final).

Aqui nos deparamos com o motivo da estima de Santa Teresinha para com os Anjos, isto é: sua 'santa inveja' em relação aos homens, pelos quais o Filho de Deus Se fez homem e morreu. Na poesia em honra de Santa Cecília, um Serafim explica esse mistério a Valeriano da seguinte forma: "Eu me abismo em Deus, Seus encantos contemplo, mas não posso imolar-me nem sofrer por Ele. Não posso Lhe ofertar nem lágrimas nem sangue; apesar de todo meu amor, não posso morrer... A pureza de um Anjo é a herança luminosa de uma felicidade imensa que não passa, mas neste ponto, sim, vós venceis os Serafins: sois puros e, além disso, ainda podeis sofrer" (Poesia 3: Santa Cecília).

Mais adiante, Jesus Se dirige a um Anjo com as seguintes palavras cheias de luz e consolo: "Ó tu! que quiseste na terra compartilhar Minha cruz, Minha dor; belo Anjo, escuta este mistério: toda alma padecente é irmã tua. No Céu, o brilho do seu sofrimento virá também na tua fronte recair, e o brilho da tua pura essência iluminará o mártir!" (Os Anjos no presépio, Cena 5,10-11). Portanto, no Céu, Anjo e homem terão comunhão, parte e alegria com a glória do outro. Assim, na economia da salvação existe uma maravilhosa e íntima comunhão de pessoas.

Fontes: Opus Sanctorum Angelorum

OS PERIGOS DA "NOVA ERA"



A New Age constitui um grande desafio para o cristianismo. Não só porque se está difundindo em nível planetário, mas, sobretudo, porque incorpora elementos do cristianismo, modificando seu significado original; por exemplo, JESUS CRISTO já não é considerado como Filho de DEUS e único Salvador do mundo, mas um “iluminado” ao lado de outros.


Existe a perda do conceito de «verdade», estamos em pleno subjetivismo. DEUS tem mil facetas (energia cósmica, extracósmica, uma Mente, o Todo, somos nós mesmos, etc).

Se JESUS já não é o Salvador, se vai à busca de outras salvações que se convertem em «auto-salvações» através de métodos, meditações, praticas várias, inclusive mágicas. Esvazia-se da espera escatológica, enquanto que a salvação chegará em qualquer caso após uma série, talvez longuíssima, de reencarnações.

Entre as tradições que se juntaram na Nova Era podem contar-se: as antigas práticas do ocultismo egípcio, a cabala, o gnosticismo cristão primitivo, o sufismo, as tradições dos druidas, o cristianismo celta, a alquimia medieval, o hermetismo renascentista, o budismo zen, a yoga, etc.

“A natureza gnóstica deste movimento exige que se o julgue em sua totalidade. Desde o ponto de vista da fé cristã, não é possível isolar alguns elementos da religiosidade da Nova Era como aceitáveis por parte dos cristãos e rejeitar outros. Posto que o movimento da Nova Era insiste tanto na comunicação com a natureza, no conhecimento cósmico de um bem universal, negando assim os conteúdos revelados da fé cristã, não pode ser considerado como algo positivo ou inócuo” (1).

As teses principais da New Age são incompatíveis com o cristianismo, muito mais, são opostas a ele.

DISFARÇADOS EM ANJOS DE LUZ



Quando na Nova Era se fala de anjos, se faz de maneira pouco sistemática, muito confusa e sem distinções. Os “anjos” da New Age são identificados como diversos níveis de guias, entidades, energias e seres que (segundo eles) estão espalhados pelo universo... Estes seres estariam à disposição para que cada um os possa escolher e eleger segundo os seus próprios mecanismos de atração–repulsão.

Estes seres espirituais às vezes são invocados de maneira “não religiosa” como uma ajuda para o relaxamento, com vista a melhorar a tomada de decisões e o controle da própria vida pessoal e profissional.

A New Age descreve espíritos da natureza como energias poderosas que existem no mundo natural e também nos “níveis interiores”: aos quais se acede mediante o uso de rituais, drogas e outras técnicas para alcançar estados de consciência alterados.

Urge esclarecer o seguinte: É certa a existência de criaturas espirituais que influenciam a ordem da natureza. Esses seres foram criados por DEUS. São os Anjos. Entre os Anjos não existe meio termo: ou são bons: Santos Anjos, ou maus: os demônios.

Como já dissemos em outro post, os Santos Anjos não têm interesse de alimentar a curiosidade humana, em hipótese alguma. Eles não chamam a atenção para si mesmos. Ao passo que os demônios não só querem a atenção dos homens, mas também o seu culto. E as pessoas que vão atrás de doutrinas exotéricas e New Age em geral, não estão se unindo aos Anjos Bons, mas aos maus... dá para entender?

“Isso não é de admirar, pois o próprio Satanás se disfarça de anjo de luz” (2 Cor 11,14).



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1. Documento do Vaticano «JESUS CRISTO, portador de água viva. Uma reflexão cristã sobre a Nova Era», n 4.


Fonte: Opus Sanctorum Angelorum

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

DOUTOR ANGÉLICO




Nesta semana, dia 28 de janeiro para ser preciso, a Igreja celebrou Santo Tomás de Aquino, também chamado Doctor Angelicus, não somente por ter ele escrito mais e melhor do que qualquer outro sobre o mundo Angélico, mas também por suas virtudes, em particular a sublimidade de seu pensamento e a pureza de sua vida.

O dom que é para a Igreja a figura e o ensinamento desse grande santo! O Beato Papa João Paulo II, em sua encíclica Fides et ratio, lembra-nos que São Tomás “sempre foi proposto pela Igreja como mestre do pensamento e modelo do modo certo de fazer teologia” (n. 43).

Os últimos meses da vida terrena de Santo Tomás permanecem rodeados de uma atmosfera mística e misteriosa. Em dezembro de 1273, chamou seu amigo e secretário Reginaldo para comunicar-lhe sua decisão de interromper todo o trabalho, porque durante a celebração da Missa havia compreendido, a partir de uma revelação sobrenatural, que tudo que ele tinha escrito até então era apenas “um montão de palha”.

É um episódio misterioso que nos ajuda compreender não apenas a humildade pessoal de Santo Tomás, mas também o fato de que tudo aquilo que chegamos a pensar e a dizer sobre a fé, por mais elevado e puro que seja, é infinitamente superado pela grandeza e pela beleza de Deus, que nos será revelada em plenitude no Paraíso.

Um mês depois, cada vez mais absorto em uma meditação, Santo Tomás morreu enquanto estava de viagem para Lyon, aonde ia para participar do Concílio Ecumênico proclamado pelo Papa Gregório X.

A vida e o ensinamento de São Tomás de Aquino poderia se resumir em um episódio apanhado pelos biógrafos antigos. Enquanto o santo, como era seu costume, estava em oração perante o crucifixo, pelo início da manhã na Capela de São Nicolau, em Nápoles, o sacristão da igreja, ouviu desenvolver-se um diálogo:

Santo Tomás perguntava preocupado ao Crucificado, se o que havia escrito sobre os mistérios da fé cristã estava correto. E o Crucifixo respondeu: “Tu tens falado bem de mim, Tomás. Que queres como recompensa?”. E a resposta que Tomás deu é a que nós também, amigos e discípulos de Jesus, sempre queremos dizer: “Nada mais que Tu, Senhor”

Fonte: Opus Sanctorum Angelorum

POR QUE DEUS PÕE UM ANJO GUARDIÃO AO NOSSO LADO?



Os Santos Anjos estão ao serviço dos planos de Deus nos momentos fundamentais da história da salvação. Como enviados de Deus, agem como mensageiros da Sua vontade redentora.


A presença dos Anjos é vista pela Escritura e pela incessante fé eclesial como sinal de uma intervenção especial da Providência e como anúncio de realidades novas, que trazem consigo redenção e salvação.

PONDO AO NOSSO LADO O SEU ANJO, O SENHOR QUER ACOMPANHAR CADA MOMENTO DA NOSSA EXISTÊNCIA COM O SEU AMOR E COM A SUA PROTEÇÃO, PARA QUE POSSAMOS COMBATER A BOA BATALHA DA FÉ (CF. 1 TM. 6, 12) E TESTEMUNHAR, SEM TEMOR NEM HESITAÇÃO, A NOSSA ADESÃO A ELE, MORTO E RESSUSCITADO PARA A NOSSA REDENÇÃO.

Invoquemos a Rainha dos Anjos e dos Santos para que, sustentados pelo nosso Anjo da Guarda, saibamos ser cada dia autênticas testemunhas do Senhor. Amém.

Beato Papa João Paulo II
Regina Caeli de 31 de março de 1997


Fonte: Opus Sanctorum Angelorum

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Conhecemos somente três anjos pelo nome pessoal?

Na Sagrada Escritura somente três nomes pessoais de santos Anjos são revelados; dos Anjos caídos são mencionados vários nomes (cf. futuramente no n° 47).




De outros Santos Anjos não sabemos os seus nomes porque, ou Deus, ou eles não nos quiseram revelar: Manué perguntou ao Anjo: “Qual é o teu nome, para que, assim que se cumprir a tua palavra, possamos prestar-te homenagem? O Anjo de Iahweh lhe respondeu: Por que te falar do meu nome? Ele é misterioso”.

Os livros apócrifos indicam mais nomes de Anjos. Porém, a Igreja se limitou aos três nomes mencionados e não quer que se usem outros nomes, nem que se venerem Anjos sob outros nomes, como ela afirmou várias vezes na história.

É importante saber que como Deus mandou Adão dar nomes aos animais (cf. Gn 2, 19-20) e como Adão chamou sua mulher com um nome (cf. Gn 3, 20), assim também Deus chama todas as criaturas pelo nome: “Quem criou todos estes astros? Aquele que faz marchar o exército completo, e a todos chama pelo nome” (1). De alguns conhecemos o nome pessoal, como o de S. Miguel que significa “Quem como Deus” (2) o de São Rafael que significa “Deus cura” ou “Medicina de Deus”(3) e o de São Gabriel que significa “Força de Deus” ou “Deus forte” (4).

Fonte: Opus Sanctorum Angelorum

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Doutrina Católica sobre os Anjos

O DEMÔNIO EXISTE OU É UMA LENDA?

Já em 1972 o Papa Paulo VI se questionava: Atualmente, quais são as maiores necessidades da Igreja?

Não deveis considerar a nossa resposta simplista, ou até supersticiosa e irreal: uma das maiores necessidades é a defesa daquele mal, a que chamamos Demônio.

A SAGRADA ESCRITURA É CLARA QUANTO À EXISTÊNCIA DO DEMÔNIO:

E como não haveríamos de recordar que Jesus Cristo, referindo-se três vezes ao Demônio como seu adversário, o qualifica como "príncipe deste mundo" (Jo 12,31; 14,30; 16,11)? E a ameaça desta nociva presença é indicada em muitas passagens do Novo Testamento. São Paulo chama-lhe "deus deste mundo" (2Cor 4,4) e previne-nos contra as lutas ocultas, que nós cristãos devemos travar não só com o Demônio, mas com a sua tremenda pluralidade: "Revesti-vos da armadura de Deus para que possais resistir às ciladas do Demônio. Porque nós não temos de lutar (só) contra a carne e o sangue, mas contra os Principados, contra os Dominadores deste mundo tenebroso, contra os Espíritos malignos espalhados pelos ares" (Ef 6,11-12).

Diversas passagens do Evangelho dizem-nos que não se trata de um só demônio, mas de muitos (cf. Lc 11,21; Mc 5,9), um dos quais é o principal: Satanás, que significa o adversário, o inimigo; e, ao lado dele, estão muitos outros, todos criaturas de Deus, mas decaídas, porque rebeldes e condenadas; constituem um mundo misterioso transformado por um drama muito infeliz, do qual conhecemos pouco.

A AÇÃO DO DEMÔNIO

Podemos admitir a sua atuação sinistra onde a negação de Deus se torna radical, sutil ou absurda; onde o engano se revela hipócrita, contra a evidência da verdade; onde o amor é anulado por um egoísmo frio e cruel; onde o nome de Cristo é empregado com ódio consciente e rebelde (cf. 1 Cor 16,22; 12,3); onde o espírito do Evangelho é falsificado e desmentido; onde o desespero se manifesta como a última palavra etc.

Papa Paulo VI
Audiência do dia 15 de novembro de 1972


COMO SE DEFENDER DOS ATAQUES DO MAL?

A DEFESA DO CRISTÃO

A esta pergunta, que defesa, que remédio, há para combater a ação do Demônio, a resposta é mais fácil de ser formulada, embora seja difícil pô-la em prática.

Poderemos dizer que tudo aquilo que nos defende do pecado nos protege, por isso mesmo, contra o inimigo invisível. A GRAÇA É A DEFESA DECISIVA.

A inocência assume um aspecto de fortaleza. E, depois, todos devem recordar o que a pedagogia apostólica simbolizou na armadura de um soldado, ou seja, as virtudes que podem tornar o cristão invulnerável (cf. Rm 13,13; Ef 6,11-14-17; 1Ts 5,8).

O cristão deve ser militante; deve ser vigilante e forte (1 Pd 5,8); e algumas vezes, deve recorrer a algum exercício ascético especial, para afastar determinadas invasões diabólicas; Jesus ensina-o, indicando o remédio "na oração e no jejum" (Mc 9,29). E o apóstolo indica a linha mestra que se deve seguir: "Não te deixes vencer pelo mal; vence o mal com o bem" (Rm 12,21; Mt 13,29).

Conscientes, portanto, das presentes adversidades em que hoje se encontram as almas, a Igreja e o mundo, procuraremos dar sentido e eficácia à usual invocação da nossa oração principal: "Pai nosso... livrai-nos do mal".

Contribua para isso a nossa Bênção apostólica.

Papa Paulo VI

Audiência do dia 15 de novembro de 1972


                         RESUMO DA DOUTRINA CATÓLICA SOBRE OS ANJOS

1. Os Anjos são puros espíritos que DEUS criou para O adorarem, e executarem suas ordens.

2. DEUS os criou em estado de graça e de santidade, mas nem todos perseveraram nesse estado, uma parte deles revoltou-se contra DEUS perdendo a graça pelo seu orgulho.

3. DEUS recompensou a fidelidade dos Anjos bons confirmando-os em graça e dando-lhes a posse da felicidade no Céu.

4. A função dos Anjos bons são louvar a DEUS executar as suas ordens.

5. Os Anjos bons, em especial os Anjos da guarda velam por nós e protegem-nos.

6. Devemos respeitar a presença do nosso Anjo da guarda, e invocá-lo nas tentações e perigos.

7. DEUS castigou os anjos rebeldes expulsando-os do Céu e condenando-os ao suplício do inferno.

8. Os anjos maus procuram arrastar-nos ao mal, porque são inimigos de DEUS e inimigos da felicidade eterna que nos é prometida.


Fonte: Opus Sanctorum Angelorum

domingo, 19 de janeiro de 2014

A DEVOÇÃO AOS ANJOS







Ao longo dos séculos, os fiéis traduziram em expressões de piedade as convicções da fé a respeito do ministério dos Anjos: os assumiram como patronos de cidades e protetores de corporações; em honra deles edificaram famosos santuários, como Mont Saint-Michel na Normandia, san Michele della Chiusa no Piemonte e san Michele al Gargano na Puglia, e estabeleceram dias festivos; compuseram hinos e práticas de piedade.


De modo particular, a piedade popular desenvolveu a devoção ao Anjo da Guarda. São Basílio Magno (1379) já ensinava que "todo fiel tem ao seu lado um Anjo como protetor e pastor, a fim de conduzi-lo à vida" [S. BASÍLIO DE CESARÉIA, Adversus Eunomium, III, 1: PG 29, 656].

Essa antiga doutrina foi pouco a pouco se consolidando em seus fundamentos bíblicos e patrísticos, e deu origem a várias expressões de piedade, até encontrar em são Bernardo de Claraval († 1153) um grande mestre e um apóstolo insigne da devoção aos Anjos da Guarda. Para ele, esses Anjos são demonstração de "que o céu não descuida de nada que possa ser de ajuda" e, por isso, coloca "ao nosso lado esses espíritos celestes a fim de que nos protejam, nos instruam e nos guiem" [S. BERNARDO DE CLARAVAL,Sermo XII in Psalmum "Qui habitat", 3, In: Sancti Bernardi Opera. Romae, Editiones Cistercienses, IV, 1966, p. 459].


A devoção aos Anjos da Guarda dá também lugar a um estilo de vida caracterizado por:
• devota gratidão a Deus, que colocou a serviço dos homens espíritos de tão grande santidade e dignidade;
• atitude de compostura e piedade, provocada pela consciência de estar constantemente na presença dos santos Anjos;
• serena confiança no enfrentamento de situações até difíceis, porque o Senhor guia e assiste o fiel no caminho da justiça até mesmo através do ministério dos Anjos.

DIRETÓRIO SOBRE PIEDADE POPULAR E LITURGIA, 216

Fonte: Opus Sanctorum Angelorum