Em união com todos os Santos Anjos

"Sanctus, Sanctus, Sanctus. Dóminus, Deus Sábaoth Pleni sunt caeli et terra Glória tua. Hosánna in excélsis. Benedíctus, qui venit In nómine Dómini, Hosánna in excélsis.

Blog Santo Anjo da Guarda

domingo, 16 de março de 2014

PARA BEM CELEBRAR A SANTA QUARESMA

Foto: PARA BEM CELEBRAR A SANTA QUARESMA

É importante compreender algumas das atitudes fundamentais deste tempo litúrgico, para entrarmos realmente em sintonia com o sentimento da Igreja. Eis algumas linhas importantes para nossa vida espiritual: 
 
1. No tempo da Quaresma somos chamados a nos transportar espiritualmente para o deserto do Sinal, onde o Povo de Israel, Povo de Deus do Antigo Testamento fez aliança com o seu Deus e realizou sua travessia rumo à Terra Prometida, com momentos de graça e de queda, de esperança e de profundo desânimo. Ora, nós somos o Povo de Deus do Novo Testamento, o Novo Povo de Deus.

Também atravessamos o deserto deste mundo como um povo peregrino, caminhando “entre as consolações de Deus e as perseguições do mundo”, como dizia Santo Agostinho. Somos o povo da Aliança nova e eterna, selada no sangue do Cordeiro sem mancha, um povo que, como o antigo, deve viver da Palavra de Deus, alimentado pelo novo maná, que é a Eucaristia, povo que caminha rumo à Terra Prometida, isto é, a Pátria celeste.

Então é muito importante nos colocar espiritualmente numa situação de caminho, de confiança em Deus, aprendendo dos textos do antigo Testamento que nos contam a história espiritual de Israel. Como nos adverte São Paulo, “esses fatos aconteceram para nos servir de exemplo... e foram escritos para nossa instrução, nós que fomos atingidos pelo fim dos tempos” (1Cor 10,6.11).

Por tudo isto, vamos escutar muito nas leituras da liturgia textos que nos falam do caminho e das tentações e provas de Israel. São o caminho e as provas da Igreja... 

(texto de D. Henrique Soares)

É importante compreender algumas das atitudes fundamentais deste tempo litúrgico, para entrarmos realmente em sintonia com o sentimento da Igreja. Eis algumas linhas importantes para nossa vida espiritual:

1. No tempo da Quaresma somos chamados a nos transportar espiritualmente para o deserto do Sinal, onde o Povo de Israel, Povo de Deus do Antigo Testamento fez aliança com o seu Deus e realizou sua travessia rumo à Terra Prometida, com momentos de graça e de queda, de esperança e de profundo desânimo. Ora, nós somos o Povo de Deus do Novo Testamento, o Novo Povo de Deus.

Também atravessamos o deserto deste mundo como um povo peregrino, caminhando “entre as consolações de Deus e as perseguições do mundo”, como dizia Santo Agostinho. Somos o povo da Aliança nova e eterna, selada no sangue do Cordeiro sem mancha, um povo que, como o antigo, deve viver da Palavra de Deus, alimentado pelo novo maná, que é a Eucaristia, povo que caminha rumo à Terra Prometida, isto é, a Pátria celeste.

Então é muito importante nos colocar espiritualmente numa situação de caminho, de confiança em Deus, aprendendo dos textos do antigo Testamento que nos contam a história espiritual de Israel. Como nos adverte São Paulo, “esses fatos aconteceram para nos servir de exemplo... e foram escritos para nossa instrução, nós que fomos atingidos pelo fim dos tempos” (1Cor 10,6.11).

Por tudo isto, vamos escutar muito nas leituras da liturgia textos que nos falam do caminho e das tentações e provas de Israel. São o caminho e as provas da Igreja...

Texto de D. Henrique Soares.

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Oração - O envio dos Anjos

Eterno PAI, que criaste tudo no céu e na terra para Vossa glória e louvor, nós Vos agradecemos, pois nos criastes e nos concedestes a grande dignidade de sermos Vossos filhos, e nos confiastes à proteção e guia dos Santos Anjos, nossos irmãos celestes.


Eis, juntamente com eles, estamos ajoelhados diante de Vós para consagrar-Vos todo o nosso viver e agir, e Vos pedimos que nos concedais o poderoso auxílio de Vossas primeiras criaturas. Assim, por eles guardados e guiados, poderemos, neste tempo, persistir e cumprir a nossa missão.

Por isso, mandai-nos aqueles - que Vosso amor criador pensou.
Mandai-nos aqueles - que o sopro de Vossa boca criou primeiro.
Mandai-nos aqueles - que nunca Vos foram infiéis.
Mandai-nos aqueles - que no princípio lançaram Satanás no abismo.
Mandai-nos aqueles - que sem cessar contemplam a Vossa face.
Mandai-nos aqueles - que dia e noite estão atentos às Vossas ordens.
Mandai-nos aqueles - que administram toda a Vossa criação.

E juntamente com São Miguel, chefe das Vossas legiões celestes, queremos adorar-Vos, amar-Vos e como ele servir somente a Vós, pois ninguém é como Vós, ó DEUS bom, misericordioso e fiel!

Senhor JESUS CRISTO, Vós sois o princípio, a plenitude e o fim de toda criação. Diante de Vós deve dobrar-se todo joelho, seja no céu, na terra ou debaixo da terra, porque pela Vossa vitória na Cruz Vos submetestes tudo.

Também nós nos prostramos diante de Vós para implorar de Vossa misericórdia a ajuda especial dos Vossos exércitos celestes, que constantemente estão Vos servindo e lutando para Vós.

Por isso mandai-nos Vossos exércitos - porque nos remistes pela a Vossa vitória na Cruz.
Mandai-nos Vossos exércitos - porque nos comprastes com o Vosso Preciosíssimo Sangue.
Mandai-nos Vossos exércitos - porque destes a Vossa vida por nós.
Mandai-nos Vossos exércitos - porque nos amastes até o fim.
Mandai-nos Vossos exércitos - porque nos destes a Vossa Palavra.
Mandai-nos Vossos exércitos - porque nos chamastes com o Vossos Anjos.
Mandai-nos Vossos exércitos - porque nos prometestes a vitória da Igreja.

E que São Gabriel, o mensageiro de Vossa Encarnação, leve também o nosso "faça-se em mim" diante de Vosso Trono, a fim de que também nós, conforme o exemplo de MARIA, nos tornemos portadores de Vosso Corpo e Sangue e Vos sigamos aonde quer que nos conduzais ou envieis.

ESPÍRITO SANTO, Vós inflamastes nosso coração com o amor aos Vossos poderosos servidores. Assim, pedimos a Vossa assistência especial por meio dos Santos Anjos, a fim de que nos conduzam através deste tempo, como outrora haviam conduzido os Israelitas através do mar Vermelho, para que, guiados por eles possamos voltar para o Coração do Redentor.

Por isso, mandai também Vós os Vossos Anjos em nosso auxílio - para que nos tragam os Vossos doze frutos.
Mandai-os em nosso auxílio - para que nos transmitam os Vossos sete dons.
Mandai-os em nosso auxílio - para que por meio deles, cresçamos na fé, esperança e caridade.
Mandai-os em nosso auxílio - para que nos tornemos um com eles.
Mandai-os em nosso auxílio - para que, por meio deles, nos tornemos verdadeiramente adoradores de DEUS Uno e Trino.
Mandai-os em nosso auxílio - para que lutem com sétupla força espiritual conosco e por nós.
Mandai-os em nosso auxílio - para que protejam os doze portões da Santa Igreja (Ap 21,12-14).

E queira São Rafael, com sua seta de amor, inflamar cada vez de novo o nosso coração com a brasa do amor de DEUS, para que possamos guardar "o mistério do Rei" (Tb 12,7).

Ó MARIA Imaculada, Rainha de todos os Anjos, em cujo serviço estão todos os Anjos vós unis em vosso exército todos os vossos servos, a fim de conseguir também na batalha presente a vitória para Deus.
Por isso, nos refugiamos em vós, Nossa Senhora, Rainha e Mãe, e vos suplicamos cheios de confiança:
Olhai para a nossa miséria - e mandai-nos vossos Anjos.
Escutai a nossa súplica - e vinde com os vossos Anjos.
Ficai conosco na luta - com todos os vossos Anjos.
Enviai os vossos Anjos, Virgem puríssima - para precipitar a Satanás no abismo.
Dai ordens aos vossos Anjos, MÃE Santíssima - para afastar para longe de nós a serpente.
Ordenai aos vossos Anjos, Rainha augustíssima - que afugentem o grande Dragão.
E na mão dos nossos santos Anjos da Guarda queremos servir-Vos eternamente, silenciando escutando e obedecendo pobres, puros e fiéis.

Agora, vós próprios estais diante de nós, grandes e santos irmãos, e nos colocamos confiantemente em vossas mãos. Os cuidados do PAI Celeste nos confiam a vós, o amor do Senhor vos chamou a segui-Lo ao nosso lado, e o ESPÍRITO SANTO vos entregou a MARIA, Sua esposa e vossa Rainha, a fim de que ela vos envie em nosso auxílio.
Por isso nós nos confiamos a vós santos Serafins - e vos damos todo o nosso amor.
Nós nos confiamos a vós, santos Querubins - e vos entregamos todas as nossas palavras.
Nós nos confiamos a vós, santos Tronos - e vos entregamos toda a nossa vida.
Nós nos confiamos a vós, santos Dominações - e vos entregamos todos os nossos dons.
Nós nos confiamos a vós, santos Potestades - e vos entregamos todas as nossas lutas e tentações.
Nós nos confiamos a vós, santos Principados - e vos entregamos toda a nossa posse.
Nós nos confiamos a vós, santos Virtudes - e vos entregamos todos os nossos talentos e virtudes.
Nós nos confiamos a vós, santos Arcanjos - e vos entregamos todas as nossas obras.
Nós nos confiamos a vós, santos Anjos - e vos entregamos nossos sofrimentos e misérias.

Vós, todos os nove coros dos Santos Anjos! Nós vos agradecemos por toda a vossa ajuda e cuidados que cada dia nos concedeis, e vos pedimos pela força do Preciosíssimo Sangue de CRISTO, pelas lágrimas de nossa Mãe, MARIA Santíssima e pelo poder que recebeste de DEUS para socorrer aos homens: protegei a Santa Igreja em cada um de seus portões contra todos os ataques dos inimigos, para que a vitória redentora de CRISTO se manifeste.

Ensinai-nos a sermos vigilantes a conhecer a grande batalha na qual estamos envolvidos, a fim de que não se perca mais nenhuma propriedade de DEUS, por causa de nossa falta de atenção e sonolência.
E colocai sempre de novo a grande meta diante dos nossos olhos, que é o próprio DEUS, o Santo, Forte, Imortal, PAI, FILHO e ESPÍRITO SANTO, a quem queremos convosco adorar eternamente na Jerusalém celeste. Amém.

Livro: Na presença dos Anjos - Adoramos e Cantamos ao Senhor. Organizador Ir. Maximilian M Plöchl. 2º Edição. Obra dos Santos Anjos.



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domingo, 9 de março de 2014

EU CONHEÇO A OBRA DOS SANTOS ANJOS

Ano de 1991, em São Paulo.



Já estava tarde quando voltávamos de uma viagem, eu e meu irmão pela Dutra. Fomos parados por um guarda rodoviário que controlava os documentos, junto a um dos vários Postos oficiais. Como tinha esquecido os documentos em casa, o guarda resolveu prender o carro.
Em meio desta situação difícil lembrei-me dos Santos Anjos da Guarda e logo disse ao meu irmão que deveríamos rezar muito com os Anjos da Guarda a fim de conseguir a liberação do carro, o mais breve possível. E assim fizemos... sentados no carro, recitando um "Santo" após outro. Em meio a nossa ininterrupta oração, veio-me à mente a idéia de ligar para casa, pedindo que trouxessem os documentos para nós. E assim o fiz: saí do carro e dirigi-me para o telefone que havia ali perto. Enquanto ligava, o guarda chamou meu irmão junto ao local da paragem dos automóveis e este, por sua vez, gritava-me para que eu pudesse ir ao seu encontro.
Chegado ali, ouvimos com tal admiração da boca do policial que podíamos continuar a viagem sem maiores problemas. Perguntado como isto seria possível, o guarda apontou mostrando-nos um carro que estava um pouco mais adiante na pista e disse-nos que o passageiro que lá estava era um alto oficial militar que nos conhecia e mandou que nos liberassem imediatamente.


Surpreendidos como estávamos, meu irmão saiu ao encontro deste senhor que afirmava nos conhecer. Junto com este encontravam-se também alguns soldados militares. Inclinou-se para dentro do carro oficial para agradecer-lhe: "Deus lhe pague em nos ajudar. O senhor mandou que nos liberassem!!!" E, com justificada curiosidade, perguntou a este alto oficial se talvez conheceria alguém da nossa família. - "Eu conheço a Obra dos Santos Anjos"- respondeu sorridente, este homem que nunca antes tínhamos visto, e logo depois foi-se embora.
Agora contávamos com vários sentimentos, perplexos, mas alegres; com a certeza da ajuda tão perceptível dos nossos bons Anjos.


Gostaria de acrescentar mais uma detalhe curioso: o nosso carro não poderia ter sido visto pelo oficial que nos ajudou, pois vinha do outro lado da pista, ou seja, da outra direção da Dutra e, além do mais, já estava escuro. Se fossem homens, não teriam visto nada. Mas o que é impossível para nós homens, para os Santos Anjos não constitui nenhuma dificuldade.

Louvado seja DEUS!

quinta-feira, 6 de março de 2014

Dica de livro

Anjos e Santos: Um Guia Bíblico para a Amizade com os santos de Deus




Que alegria para descobrir que temos "amigos em lugares altos" e uma família divina para chamar de nosso! Meu livro mais recente, anjos e Santos, investiga o mistério de nossa comunhão com eles, e como eles nos ajudam a tornar-se Santo, como eles são - a fim de nos levar para casa para o céu, onde eles estão! 


Anjos e santos. Os católicos tendem a considerá-los como diferente do resto de nós. Eles estão no elenco gesso ou impresso em um cartão de santo - fazendo milagres com força de super-herói. Ou, tocando uma harpa no mais alto dos céus A verdade é que eles estão muito perto de nós, em todos os sentidos. Neste livro, Scott Hahn dissipa as falsas noções e lendas urbanas que as pessoas usam para manter os santos a uma distância segura. A verdade é que Jesus Cristo uniu o céu e a terra em uma estreita comunhão. Meditado profundamente a partir das Escrituras, o Dr. Hahn mostra que as hostes do céu cercam a Igreja terrestre como uma "grande nuvem de testemunhas". Os mártires clamam do altar de Deus pedindo justiça sobre a terra. As orações dos santos e anjos subir a Deus, no livro do Apocalipse, como o doce aroma de incenso. Dr. Hahn conta as histórias de vários santos - e até mesmo vários anjos - e ele faz isso de uma forma que é fresco e novo. Os santos são gigantes espirituais, mas com a realidade de carne e sangue. Eles têm, ambições santos fortes - e tentações poderosas e oposição que devem ser superados. Suas histórias são incríveis, e ainda familiar o suficiente para nos motivar a viver vidas mais bonitas. Neste relato de sua história, os santos não são nem de outro mundo, nem deste mundo. Eles exemplificam a vida integrada que cada cristão é chamado a viver. Ainda assim, suas vidas são tão diferentes um do outro como a vida humana pode ser. Dr. Hahn mostra a comunhão santa em toda a sua diversidade caleidoscópica - de Moisés a Maria, Agostinho de Therese, desde o primeiro século até o século passado. Somente santos viverão no céu. Precisamos ser mais como os santos, se queremos viver no céu um dia. Dr. Hahn mostra-nos que a nossa vida celestial pode começar agora, e isso deve.
 

quarta-feira, 5 de março de 2014

A Quaresma


“Quaresma” provém do latim “Quadragésima” e significa “quarenta dias”; é o período de preparação para a Páscoa do Senhor, cuja duração é de 40 dias. Inicia-se na Quarta-Feira de Cinzas e se estende agora até a Quinta Feira Santa. É um tempo de “penitência, jejum e oração”, que a Igreja chama de “remédios contra o pecado”, para a busca da conversão da pessoa.
A Quaresma foi inspirada no período de tentação de Cristo no deserto, bem como os exemplos de Noé, em 40 dias na Arca, e Moisés, vagando por 40 anos no deserto do Sinai.
No início da Quaresma, na Quarta-Feira de Cinzas, os fiéis têm suas frontes marcadas com cinzas, como os primitivos penitentes públicos, excluídos temporariamente da assembléia (lembrando Adão expulso do Paraíso, de onde vem a fórmula litúrgica: “Lembra-te de que és pó…”).
Esse tempo de penitência é recordado pela liturgia: as vestes e os paramentos usados são da cor roxa (no quarto domingo da Quaresma, pode-se usar o rosa, representando a alegria pela proximidade do término da tristeza, pela Páscoa); o Glória não é cantado ou rezado; a aclamação do “Aleluia” também não é feita; não se enfeitam os templos com flores; o uso de instrumentos musicais torna-se moderado.
É um tempo também favorável para os exercícios espirituais, as liturgias penitenciais, as peregrinações penitenciais. O mesmo pode-se aplicar a todas as sextas-feiras do ano, tidas como dias penitenciais como prescreve o cân. 1250 do Código de Direito Canônico.
O historiador Sócrates informa que já no séc. V, a Quaresma durava seis semanas em Roma, sendo três semanas dedicadas ao jejum: a primeira, a quarta e a sexta. Já no século IV a “Peregrinação de Etéria” fala de um jejum de oito semanas praticado pela comunidade de Jerusalém, excluídos os sábados e domingos; o que totaliza os 40 dias de jejum. No tempo de São Gregório Magno (590-604), Roma observava os 40 dias da Quaresma.
O Código de Direito Canônico afirma que:
Cân.1250 – “Os dias e tempos penitenciais, em toda a Igreja, são todas as sextas-feiras do ano e o tempo da Quaresma”.
Cân.1251 – “Observe-se a abstinência de carne ou de outro alimento, segundo as prescrições da Conferência dos Bispos, em todas as sextas-feiras do ano, a não ser que coincidam com algum dia enumerado entre as solenidades; observem-se a abstinência e o jejum na Quarta-Feira de Cinzas e na Sexta-Feira da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Cân.1252 – “Estão obrigados à lei da abstinência aqueles que tiverem completado catorze anos de idade; estão obrigados à lei do jejum todos os maiores de idade até os sessenta anos começados. Todavia, os pastores de almas e os pais cuidem que sejam formados para o genuíno sentido da penitência também os que não estão obrigados à lei do jejum e da abstinência, em razão da pouca idade”.
Para o Brasil a CNBB determinou que, exceto na Sexta-Feira Santa, todas as outras sextas-feiras, inclusive as da Quaresma, têm sua abstinência convertida em “outras formas de penitência, principalmente em obras de caridade e exercícios de piedade”.

Prof. Felipe Aquino